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Especial BBB17

Ana Paula Renault

Quédi animação, Big Boss? Morno, "BBB" está mais divertido na web que na TV

Reprodução/TV Globo
Primeira prova do líder foi em duplas e não teve emoção Imagem: Reprodução/TV Globo
Ana Paula Renault

Ana Paula Renault

Mineira, nascida e criada em Belo Horizonte desde 1981. Filha de Deus e do meu pai, jornalista e ex-BBB formada. Pós-graduada duas vezes pela Fundação Dom Cabral e também pela vida. Participações em programas de televisão e até ponta em novela, figura constante em sites de fofocas e na boca do povo. Bon vivant, agora colunista do UOL e recebendo por isso.

Especial para o UOL

25/01/2017 18h08

E foi dada a largada... Bem largada por sinal, sem muita inovação e com uma primeira prova do líder em duplas e sem emoção.

Ok! É o primeiro dia, a primeira semana, as primeiras impressões... Será que são as que ficam?
 
Os participantes se conheceram e a notícia do paredão entre os gêmeos foi lançada. A internet já tenta eleger os seus preferidos e preteridos. Eu, as minhas antipatias.
 
Assim como a pré-estreia, a estreia do programa nesta terça-feira (24), agora com todos os participantes, não emocionou. A rede Globo fez tanto mistério e criou tanta expectativa em torno da 17ª edição do "Big Brother Brasil" que decepcionou grande parte dos seus telespectadores. 
 
Apesar das promessas de mudanças e do novo apresentador, Tiago Leifert, vimos muito do já visto, mas acredito que o bom andamento do programa se dá devido ao elenco, ao entrosamento (ou não) dos participantes e das histórias lá desenvolvidas. 
 
Reprodução/TV Globo
Leifert divide opiniões dentro da minha pessoa Imagem: Reprodução/TV Globo
Leifert divide opiniões dentro da minha própria pessoa e da internet; o achei lento, sem ritmo e com piadinhas dignas de espalhar qualquer bolinho. Fico imaginando a pressão que é substituir o já consagrado Pedro Bial em um programa ao vivo e tão comentado quanto o "BBB", aí o meu lado racional entra aguardando cenas dos próximos capítulos (mas o emocional está aqui, a toda). 
 
Por falar em apresentador, apresento sintomas clássicos de viuvez. Vai passar, nada que alguns tarjas preta, tabletes de chocolate, coxinhas de frango com catupiry e sessões de terapia coletiva no Twitter não resolvam. 
 
Mencionando redes sociais, me atrevo a dizer que o barulho por lá está mais alto e divertido do que o programa em si. Torcidas, casais shippados, opiniões sobre os moradores da nave louca e previsões dignas de Nostradamus agitam o mundo digital. Bom para o novo apresentador, que sai um pouco do foco das críticas e deixa isso para o que realmente interessa, o enredo desses três meses. 
 
O enredo... Alguns participantes já estão se queimando sozinhos, com comentários desnecessários e julgamentos precipitados (se é que estamos aqui nessa Terra para julgar alguém) estão ecoando pelos quatro cantos da casa. Vamos ver o que a edição de hoje vai passar e como o grande público lidará com esses novos BBBs.
 
Eu quero muita pauta, animação, babado, confusão e gritaria, porque estamos aqui para comentar sobre um programa de entretenimento e não sobre a atual situação política e econômica do Brasil – se bem que esta também garante bastante barraco e grandes polêmicas. 
 
Não digo que o jogo começou, mas foi o início de mais um "Big Brother Brasil"! Todos a postos?!

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