Especial BBB17

Chico Barney

Cadê a voadora, Roberta?

Reprodução/TV Globo
Roberta não deu a prometida "voadora" em Marcos Imagem: Reprodução/TV Globo
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Chico Barney

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Entusiasta e divulgador da cultura muito popular. Escreve sobre os intrigantes fenômenos da TV e da internet desde 2002.

Especial para o UOL

A festa do último sábado (11) foi uma boa metáfora para as consequências do muro no "BBB17". O jabá da peça baseada na novela “Vamp” colocou todo mundo fantasiado de morto-vivo.

E realmente essa semana foi a volta dos que não foram (eliminados). O jogo estava morto e ganhou uma nova chance com o controverso twist que dividiu a casa em duas.

Durante a animada festinha, Roberta reagiu com revolta ao conversar com Romulinho Desgraceira e Vivian, a magnética, sobre as possibilidades do vindouro paredão. Como sempre faz quando não tem ninguém olhando, foi enfática: “Se Marcos votar em mim, vou dar uma voadora nele! Não tem motivo pra me colocar no paredão”.

Um pano rápido e estamos no domingo à noite, ao vivo para todo o Brasil, aguardando o nobre doutor emitir seu boletim. O diagnóstico é grave: “Roberta tem um quê de 'Zorra Total'. Já disse que ela é muito caricata!”

Se não tivesse outras razões, só essas observações de Marcos já seriam o suficiente para tomar uma voadora de Roberta. Tiago Leifert, sempre riscando o fósforo, ainda levantou a bola: “Tem algo a dizer, Roberta?”

Como sempre acontece quando é diretamente confrontada, Roberta não tinha nada a dizer.

E na hora de dar boas justificativas para sua permanência, a monumental covardia novamente obliterou os discursos cheios de esperança durante a celebração dos desmortos: “eu sei que errei, dei motivos, me perdoem”.

Depois do programa, Roberta e Marcos foram conversar no quarto do líder. O Cirurgião Plástico de Homens e de Almas estava, como sempre, muito interessado em encontrar novas inconsistências no discurso de Emilly, sua namorada e maior adversária. E passou longos minutos ouvindo O Evangelho Segundo Roberta - a obra com mais problemas de lógica e furos de cronologia de toda a tradição oral.

Quase todas as atitudes da participante foram explicadas por “não sei quem me obrigou e tal, tal, tal…”.

Roberta é a turma do deixa disso de si mesma. Apesar de ter construído histórias e relações bem mais interessante que os vegetativos Daniel e Marinalva, desperdiçou tudo ao fugir dos confrontos.

Como o tipo mais trágico de morto-vivo, Roberta sobreviveu até aqui apenas para cavar a própria cova.
 

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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