Topo

Especial BBB17

Mauricio Stycer

Trolada em Temer provoca mudança em brincadeira do "monstro"

Reproduç?o/TV Globo
5.fev.2017 - Manoel perdeu a cabeça no meio da brincadeira e começou a gritar que "quebraria" Marcos com socos Imagem: Reproduç?o/TV Globo
Mauricio Stycer Maurício Stycer

Mauricio Stycer

É jornalista desde 1986. Repórter e crítico do UOL, autor de um blog que trata da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

Maurício Stycer

Colunista do UOL

06/02/2017 04h02

A quase sempre irritante, mas inofensiva brincadeira do “castigo do monstro” acabou sendo o maior destaque deste final de semana no “BBB17”. 

Vencedor do anjo, Daniel explicou qual seria o “castigo”: “Monstro cérebro: dividindo a mesma fantasia, dois brothers vão ser o lado bom e o lado mau do cérebro. Ao sinal do BBB, aproveitem para manifestar seus instintos mais profundos”.
 
Daniel, então, escolheu Marcos para ser o “lado mau” e Ilmar, o “lado bom”. Uma das primeiras manifestações da dupla ocorreu no jardim da casa, ainda no início da tarde de sábado (04). Enquanto Marcos gritava “volta Dilma!”, Ilmar respondia aos berros com fora Temer!.
 
Quem estava acompanhando o programa pelo “pay per view” entendeu que, logo depois desta cena, Ilmar e Marcos receberam orientação da direção do programa. Foram alertados que deveriam brincar (trolar) os colegas de confinamento e não quem está fora da casa.
 
A proposta inicial logo se perdeu. Ilmar e Marcos passaram a agir em conjunto, ambos cometendo pequenas maldades e fazendo provocações aos moradores da casa. Como toda brincadeira de criança, esta degenerou para confusão. “Perderam o limite”, explicou Leifert, com o didatismo de sempre.
 
Manoel não gostou de uma das troladas, dando início a uma gritaria pesada, que quase acaba em tapas. "Eu vou te processar. Se fosse lá fora te quebrava, te deixava moído no chão. Seu viado! Seu viado enrustido!", gritou o brother para Marcos.
 
O apresentador disse que a direção do programa avaliou a briga e concluiu que não houve motivo para punição. Mas o castigo do monstro serviu para criar aquele tipo de inimizade que faz a delícia de quem assiste o programa.