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Especial BBB17

Mauricio Stycer

Ao sair do "BBB17", Rômulo poderá explicar o que foi fazer lá dentro

Reprodução/TV Globo
Rômulo está, ao lado de Marcos e Ieda, no paredão desta terça-feira Imagem: Reprodução/TV Globo
Mauricio Stycer Maurício Stycer

Mauricio Stycer

É jornalista desde 1986. Repórter e crítico do UOL, autor de um blog que trata da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

Maurício Stycer

Colunista do UOL

21/03/2017 05h01

Apontado pela enquete do UOL como favorito a deixar o “BBB17” nesta terça-feira (21), Rômulo poderá, caso se confirme o resultado, esclarecer um dos grandes mistérios desta edição: por que participou do programa?

Na verdade, há uma questão anterior a esta a ser esclarecida: por que foi selecionado? O que o diretor Boninho viu no diplomata, ex-chefe de gabinete do governador do Distrito Federal e candidato derrotado a uma vaga de deputado distrital em Brasília? 
 
O que Rômulo disse durante o processo de seleção que convenceu Boninho a levá-lo para a casa? Que promessa de diversão escondia o diplomata?
 
Faço todas estas perguntas porque, realmente, não consegui entender o sentido da passagem de Rômulo pela “casa mais vigiada do Brasil”. Sisudo, jamais nos divertiu. Em mais de uma ocasião, pareceu estar defendendo um “programa de governo”, expondo regras, condutas e procedimentos que considerava corretos para si e os demais candidatos. 
 
Muita gente lembrou de Jean Wyllys ao ver Rômulo no “BBB”. Não me parece um bom exemplo. Jornalista e professor universitário, gay assumido, Jean encarou cinco paredões. Logo na primeira semana foi indicado para o paredão pelo voto da casa e disse que a votação teria sido motivada por preconceito por ser homossexual.
 
Rômulo tentou passar a mesma serenidade e tranquilidade do campeão do “BBB5”, mas soou artificial em sua pregação sobre o que seria certo e errado no confinamento. Em mais de uma ocasião, o diplomata parecia estar em campanha, mas talvez tenha superestimado a sua capacidade de convencer o eleitor, digo, o público sobre as suas boas intenções.  

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