Especial BBB17

Mauricio Stycer

Se a casa votasse "direito", Marcos escaparia do paredão, diz Leifert

Reprodução/TV Globo
Leifert: "Emilly concluiu que se ela indicar, por exemplo, a Marinalva, e a casa votar direito, pode dar um empate ali" Imagem: Reprodução/TV Globo
Mauricio StycerMaurício Stycer

Mauricio Stycer

É jornalista desde 1986. Repórter e crítico do UOL, autor de um blog que trata da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

Colunista do UOL

03/04/2017 04h01

Excessivamente didático, explicando tintim por tintim cada passo do jogo, Tiago Leifert deu uma aula neste domingo (2), antes da formação do paredão, sobre como estava se encaminhando a votação. A lição começou assim:

“Vamos lá... De tudo que a gente viu até agora, uma combinação possível para o paredão é a Emilly indicar o Ilmar e a casa votar no Marcos. Aí vai Ilmar e Marcos. É possível? É possível.”
 
Porém, lembrou o apresentador, havia uma outra possibilidade. E ele explicou:
 
“Mas aí a Emilly, conversando com a Ieda, conclui que se ela indicar, por exemplo, a Marinalva, e a casa votar direito, pode dar um empate ali. A Emilly desempata e coloca Ilmar e Marinalva no paredão.”
 
“Votar direito?” Muita gente ficou intrigada com estes termos. Será que foi um lapso, um ato falho? Estaria Leifert manifestando uma preferência por este paredão? Foi o que pareceu.
 
E o professor concluiu:
 
“Mas, para isso, Ieda e Marcos têm que trabalhar juntos. A Ieda e o Marcos estão nesta aliança com a Emilly, mas eles não gostam um do outro, eles não se confiam... Então é um papo complicado para eles”.
 
Quem assistiu ao programa, sabe que nada disso aconteceu. Emilly preferiu indicar Ilmar. E Ieda, que poderia decidir a parada, foi fiel às amigas e votou em Marcos. 
 
O programa deste domingo exibiu, ainda, uma cena curiosa. Muito tempo depois de sua briga com Ilmar, Emilly chorou no ombro de Marcos. Deu-se, então, o seguinte diálogo entre o casal:
 
Marcos: “Ué, cadê as lágrimas?”
Emilly: “Que lágrima?”
Marcos: “Não tá chorando?”
Emilly: “Já tô me acalmando.”
 
Muita gente já havia observado que Emilly, em outras situações que chorou, não deixou cair lágrimas. Marcos, com a sua pergunta, parece ter a mesma impressão. 

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