Especial BBB17

Mauricio Stycer

Jogo da discórdia foi, na verdade, "jogo da vingança"

Reprodução/Tv Globo
Tiago Leifert apresenta o jogo da discórdia com os ex-participantes Rômulo, Pedro, Roberta e Daniel Imagem: Reprodução/Tv Globo
Mauricio StycerMaurício Stycer

Mauricio Stycer

É jornalista desde 1986. Repórter e crítico do UOL, autor de um blog que trata da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

Colunista do UOL

04/04/2017 10h26

Reformulado de forma radical ao entrar em sua 17ª edição, o “BBB” tornou maleável o que sempre foi um princípio fundamental – o que estabelece o total isolamento dos participantes em relação ao “mundo real”. É uma mudança que segue a tendência também vista em outros países onde o programa permanece sendo exibido.

Mais “poroso”, para usar um termo ao agrado dos especialistas, o reality show conta com o auxílio fundamental do novo apresentador, que em todos os seus contatos com a casa dá dicas, informações e orientações aos candidatos. 
 
Tiago Leifert também “ajuda” o público a ter uma compreensão mais padronizada do “BBB17”, introduzindo os principais vídeos da edição com explicações detalhadas sobre o que ocorreu – a visão de quem dirige o programa acaba orientando o olhar dos espectadores.
 
O “jogo da discórdia” exibido na noite de segunda-feira (03) se enquadra neste novo contexto do “BBB”. Não foi a primeira, mas foi a maior interferência externa ocorrida ao longo da edição. 
 
Os quatro últimos eliminados foram convidados a fazer perguntas aos participantes ainda na casa. Consciente da ruptura da “lei do isolamento”, Leifert teve o cuidado de dizer que as perguntas foram gravadas previamente.  Como se isso fizesse alguma diferença. “Eles não vão poder se falar. Isso não. Eu vou intermediar tudo”, avisou. 
 
Pedro, Roberta, Rômulo e Daniel, todos eles rivais de Marcos e/ou eliminados em disputas contra Emilly, fizeram perguntas constrangedoras aos dois, claro. Os demais participantes (Ieda, Marinalva e Vivian, sobretudo) tiveram vida fácil durante a atividade. Neste sentido, foi muito mais um “jogo da vingança” do que “da discórdia”.
 
Para quem não simpatiza com Emilly e Marcos, o programa desta segunda-feira ofereceu entretenimento eletrizante, de alta intensidade. A dupla ficou exposta a perguntas que tiveram o propósito de constrangê-los – uma situação a que eles não seriam submetidos em outras edições do reality.
 
O “BBB17” marca o início de uma nova fase do programa. A partir de agora, os candidatos sabem que poderão ser cobrados externamente por seus atos não apenas ao final, mas também durante o reality.

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