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Especial BBB17

"Não consigo não ser eu mesma", diz Gabriela Flor após eliminação

Giselle de Almeida

Do UOL, no Rio

31/01/2017 23h51

Primeira eliminada do "BBB17", Gabriela Flor diz que já esperava ser a mais votada da noite e garantiu que não se arrepende de nada nem agiria de forma mais estratégica para permanecer mais tempo na casa.

"Não consigo não ser eu mesma. Sou muito sensível, acho que isso acabou me afastando do jogo. Senti a formação de algumas panelinhas, e algumas horas eu me senti meio isolada, mas não tenho do que reclamar", afirmou a sister, que agora vai torcer por Pedro na competição.
 
A bailarina recebeu 59% dos votos no paredão realizado nesta terça-feira (31).  A baiana deixou a casa após perder a disputa para Marcos - o cirurgião plástico teve 41% dos votos e se manteve na disputa pelo prêmio de R$ 1,5 milhão.
 
Logo nos primeiros dias, Gabriela ficou afastada dos colegas, o que lhe garantiu sete votos e um lugar no paredão. "Eu não estava bem fisicamente. Preferi ficar na minha para me recuperar. Além disso, senti uma energia pesada. Mas não me arrependo de nada. Com cada um que pude conversar aprendi alguma coisa", afirmou.
 
A baiana, no entanto, rebateu o argumento de que havia sido individualista, especialmente na hora de cozinhar. "Não fui, não. Sempre pergunto o que cada um gosta de comer", disse ela, que sentiu um preconceito dos colegas, mas garantiu não guardar mágoas.
 
Em relação ao colega de paredão, Marcos, a dançarina acredita ter havido um mal-entendido em relação às acusações de machismo. "Acho que as meninas [as líderes Vivian e Mayara] se sentiram ofendidas, mas não presenciei nada. Não tive essa visão dele", analisou.
 
Sem o prêmio de R$ 1,5 milhão, Gabriela não vai poder realizar de imediato os planos materiais que tinha para a bolada - investir numa casa para a família ou um restaurante "natureba" para a mãe, Ani. Mas torce para que a exposição em uma semana de programa seja suficiente para lhe promover na carreira artística.
 
"Meu objetivo era ser conhecida no Brasil para trabalhar com moda, com arte, com dança, com música, com atuação, com cinema. Tem tanta coisa que eu quero aprender. Espero que agora seja só o começo", afirma ela, que ainda não sabe se volta para a Bahia. "Estou superflexivel", disse.

 

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