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Brothers especulam sobre as condições de vida da família de Kaysar

Reprodução/GloboPlay
Wagner conversa com Gleici e Viegas sobre Kaysar Imagem: Reprodução/GloboPlay

Do UOL, em São Paulo

03/04/2018 13h24

Na tarde desta terça-feira (03), Viegas, Gleici e Wagner conversaram sobre a vida de Kaysar fora da casa. Os três especularam sobre a família do sírio e Wagner foi o que se mostrou mais desconfiado. "Você viu lá aquela foto que tem lá no quarto do líder?", perguntou o artista visual, voltando a falar que não é de uma família sem condições financeiras.

Viegas ponderou e fez uma análise mais ampla. "O que é a guerra em um país? Uma família que naquele momento daquela foto tava maneira, hoje como é que tá? Não dá pra saber, por isso a gente não consegue pensar em como ajudar, então fica difícil. De fato, a leitura que a gente faz das fotos, não é uma família que tá passando fome, mas eu não sei quanto tempo faz aquela foto, eu não sei o que é a guerra em um país, eu não sei o que é estar num país em que as pessoas preferem correr o risco de morrer tentando ir para outro lugar, do que ficar nesse lugar", disse o músico.

Wagner insistiu: "E ele conseguiu sair na boa. Não dá pra saber, a gente tem pouca informação". Viegas rebateu: "Como é o na boa? Para um cara que tem uma resistência física dessa, não sei se foi na boa". "Não sei se foi pelo aeroporto, de avião também", especulou Wagner.

"Teve um dia que ele tava conversando comigo que ele pegou o carro do pai dele escondido, aí ele bateu o carro e o pai chamou um taxi. Primeiro que minha mãe nem tem carro pra eu pegar, segundo que se eu batesse, ela não ia chamar um táxi. Nós três, a gente nem tem pai, minha mãe não tem carro. Fica difícil fazer essa leitura, porque você não sabe se ele tava bem ou se tava mal, se é sentimental ou financeiro, a gente não sabe nada", alegou Viegas.

O paulistano finalizou o assunto. "O que eu sei é que o bagulho na Síria tá louco. Que parte? Não sei. Nesse aspecto, eu sou bem desinformado mesmo", disse. Não convencido, Wagner disparou: "Ser brasileiro é uma guerra diária, o país mais desigual do mundo". Gleici comentou que acredita que a vida do sírio sempre foi bem difícil, principalmente sendo um refugiado e que não dá para fazer comparações.

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