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Mãe de Gleici diz que casa no Acre virou atração e aprova Wagner: "Bonitão"

Fábio Pontes/UOL
Vanuzia Damasceno, mãe de Gleici, diz que "a vida virou uma loucura só" desde a vitória da filha no "BBB18" Imagem: Fábio Pontes/UOL

Ana Cora Lima

Do UOL, no Rio

25/04/2018 15h40

O prêmio de R$ 1,5 milhão ainda não está na conta de Gleici. O carro, presente pela vitória no “BBB18”, também ainda não chegou na periferia de Rio Branco, no Acre. Mas a vida da família Damasceno já mudou bastante desde que ela venceu o reality show. A casa de três cômodos virou atração do bairro e a mãe da estudante de psicologia, uma quase celebridade.

“Ainda não dei autógrafo, mas o que eu ganhei de beijos e abraços nos últimos dias, perdi as contas. A vida virou uma loucura só! Ainda estamos muito atordoados e tentando reorganizar as ideias. A minha filha ainda não ganhou nada e é até bom para que ela tenha tempo e poder pensar melhor o que fazer”, contou Vanuzia  Damasceno ao UOL nesta quarta (25).

Reprodução/Instagram/@gleicidamasceno
Wagner e Gleici continuam o romance fora do "BBB18" Imagem: Reprodução/Instagram/@gleicidamasceno

Sorte no amor

Entre as tantas visitas, uma demandou mais atenção da mãe de Gleici: a do novo "genro", Wagner. Ela diz ter aprovado o namoro da filha do meio com o artista visual.  “Gosto dele. É um cara simples, carismático e já está enturmado com todo mundo daqui. Uma pessoa maravilhosa! O danado também é muito bonito. Minha filha gosta dele. Gleici teve também sorte no relacionamento”.

Dona de casa, Vanuzia disse que perdeu o sossego nos últimos dias. A toda hora, chega uma pessoa em sua porta para saber sobre a campeã do “BBB18”.

“A gente procura atender todo mundo porque são nossos vizinhos, pessoas amigas de anos e anos. Estou muito feliz, mas cansada também. A ficha ainda não caiu”,  afirma a mãe de Gleici, que por conta de todo esse assédio entregou que existe a possibilidade deles mudarem de bairro.

“Hoje, eu juro que não sei de nada porque ainda não conversamos sobre o que vamos fazer, ainda não sentamos para decidir. A Gleici é quem vai resolver se vamos continuar aqui ou se mudar. Eu também não sei se ela vai querer ficar no Acre. Está tudo indefinido.”