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Especial BBB19

Mauricio Stycer


"BBB19" usa humorista para criticar Rodrigo como o "mestre do sono"

"BBB19" brincou nesta terça (12) com Rodrigo, chamando-o de "mestre do sono e da harmonia" - Reprodução / TV Globo
"BBB19" brincou nesta terça (12) com Rodrigo, chamando-o de "mestre do sono e da harmonia" Imagem: Reprodução / TV Globo
Mauricio Stycer

Mauricio Stycer

Mauricio Stycer é jornalista desde 1985. Repórter e crítico do UOL, colunista da Folha de S.Paulo, passou por Jornal do Brasil, Estadão, Folha, Lance!, Época, CartaCapital, Glamurama Editora e iG. É autor de "Topa Tudo por Dinheiro - As muitas faces do empresário Silvio Santos" (editora Todavia, 2018).

Colunista do UOL

13/03/2019 05h01

No esforço anual de oferecer um quadro de humor no "BBB", Boninho presenteou o público em 2019 com o imitador Jefferson Schroeder. Não tem sido muito engraçado, mas a sua missão é muito dificultada pela falta de graça do elenco.

A toda terça-feira, Tiago Leifert o apresenta lembrando que o humorista está lá para dizer verdades sobre os participantes. "A gente tem vontade de falar coisas para eles, mas não pode. Jefferson Schroeder pode", disse nesta terça (12).

Há uma semana, sua observação foi quase idêntica: "Às vezes, assistindo o programa, dá vontade de falar umas coisas na cara deles, falar pra eles umas verdades. Jefferson Schroeder estava especialmente cruel nesta terça-feira".

Bem, o que o humorista tem dito? Nesta terça, um de seus principais alvos foi Rodrigo, apelidado de "mestre do sono e da harmonia". Imitando o ator, Schroeder disse algo que os espectadores enxergam no participante: "Eu vou ensinar vocês a abafar todo conflito que pode ser interessante para o programa".

Há uma semana, Schroeder chamou Rodrigo de "planta" e disse: "Acelera, planta!" E emendou com uma música em homenagem a todo o grupo: "Chatos, chatos, chatos, eles não querem tretar no BBB".

São observações com as quais todos os espectadores devem concordar. Mesmo neste paredão inédito, em que foram obrigados a votar pela eliminação de um colega, os "brothers" agiram com a falta de comprometimento que assistimos todo dia.

É verdade que levaram um susto com a dinâmica inesperada, mas na hora de votar, na proteção do confessionário, vários foram apaziguadores, chochos, medrosos. Ninguém quer briga. E ainda falta um mês de programa.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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