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Especial BBB19

Mauricio Stycer


No "BBB" mais errado de todos os tempos, quem perde a prova é premiado

Reprodução/TvGlobo
Rodrigo, o primeiro eliminado da prova do líder, ganhou o direito de indicar alguém para o paredão Imagem: Reprodução/TvGlobo
Mauricio Stycer

Mauricio Stycer

É jornalista desde 1986. Repórter e crítico do UOL, autor de um blog que trata da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

Colunista do UOL

2019-03-22T00:12:37

22/03/2019 00h12

A prova do líder realizada nesta quinta-feira (21) vai merecer um capítulo especial na história do "BBB19". Entre as dezenas de erros já cometidos nesta edição, a ideia de premiar os perdedores da disputa vai ocupar um lugar de honra na galeria de absurdos.

Alan se tornou o novo líder da casa, após mostrar habilidade no arremesso de uma bolinha no jardim da casa mais vigiada do Brasil. Já Rodrigo, Rizia, Gabriela e Hariany, que tiveram os piores desempenhos, ganharam vantagens importantes no jogo.

Tiago Leifert avisou no início da disputa que haveria "consequências" para os primeiros quatro eliminados. Mas ninguém poderia imaginar que estes efeitos seriam tão bons. Quem errou mais, se deu bem.

Rodrigo ganhou a vantagem de indicar alguém diretamente para o paredão. Rízia terá o poder de vetar alguém da prova do anjo. Gabriela ganhou a possibilidade de anular a decisão do anjo no domingo. Hariany ganhou o direito de colocar um colega no Tá com Nada (e ela já escolheu Rodrigo).

No fundo, premiar o fracasso é a cara deste "BBB19".

De volta à normalidade

Como escrevi há alguns dias, a direção do programa fez o possível para evitar um paredão entre Paula, Hari e Carol na semana passada. O primeiro passo ocorreu justamente na quinta-feira (14), quando Leifert não avisou aos espectadores como seria a dinâmica do paredão.

Ele tem o hábito de dar esta informação às quintas, antes do início da prova do líder. Nesta quinta-feira (21), ele retomou a prática.

Ciao, Tarzan

E o Tarzan italiano deixou o "BBB19" sem deixar nenhuma marca. Foi uma participação pífia, à altura da edição.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL