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Blog do Mauricio Stycer

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Super Jeiza: 9 habilidades da heroína de "A Força do Querer"

Mauricio Stycer

2004-07-20T17:05:01

04/07/2017 05h01


Se o cinema americano tem a Mulher Maravilha, a TV brasileira dispõe da Super Jeiza. Feminista, forte e brava, luta por seus direitos e não deixa que a obriguem fazer o que não quer. É também feminina, generosa e delicada nas suas relações pessoais e familiares.

Criação de Gloria Perez, a heroína de "A Força do Querer" é uma mulher moderna e multifacetada, como convém aos dias atuais. Mais que isso, está perto de ter superpoderes, tantas e tão diferentes são as atividades que é capaz de realizar.

Mais acostumada a fazer mocinhas bobas em novelas, Paolla Oliveira já havia surpreendido positivamente como a atrevida garota de programa Dany Bond em "Felizes Para Sempre?". Agora, parece muito à vontade como Jeiza, esta heroína versátil e de olhar penetrante. Acompanhe abaixo:


Major prende traficantes: Lotada no Batalhão de Ações com Cães, Jeiza está frequentemente envolvida em ações perigosas. Numa delas, desbaratou uma quadrilha de traficantes e acabou contribuindo para a prisão de Rubinho (Emílio Dantas).


Adestra cães para a ação: Quando não está no carro da polícia, Jeiza está no batalhão treinando Iron, o pastor alemão que já a ajudou em várias apreensões de droga. Até mesmo na praia, num dia de treinamento, o cão farejou drogas num carro parado na rua.


Encara a mulher do traficante: Se não tem medo de traficante, o que dirá da mulher dele? Jeiza não se incomoda com as caras feias de Bibi (Juliana Paes). Pior, com incrível faro, a major encontra a mulher de Rubinho em todas as rondas que faz.


Campeã de MMA: A adrenalina na PM não é suficiente para Jeiza. A heroína ainda encontra tempo e disposição para lutar MMA. Treinada por Allan (Raul Gazolla), ela tem superado todas as adversárias com socos e pontapés certeiros. Não bastasse, já reúne um fã-clube apaixonado, que lota os ginásios onde luta.


É obstetra quando preciso: Em uma das cenas mais doidas da novela até agora, Jeiza se viu no meio de um tiroteio entre duas gangues de traficantes. Enquanto se protegia em meio a alguns veículos, viu Ritinha (Isis Valverde) desesperada em trabalho de parto dentro de um carro. A major interrompeu tudo que estava fazendo, esqueceu o tiroteio e ajudou a mulher-sereia a ter seu filho.


É mãe da sua mãe: Cândida (Gisele Fróes) se preocupa muito com a rotina de PM de Jeiza, mas é a filha que cuida da mãe e busca evitar que ela se envolva com homens "errados". Jeiza está a toda hora dando conselhos para a mãe e vigiando os seus namorados.


Dança carimbó: Jeiza vinha se mostrando uma mulher sem muito jogo de cintura até o dia em que cruzou em uma festa com Ritinha, ex de Zeca (Marco Pigossi), seu namorado. Do nada, rolou um duelo de carimbó entre as duas. E a major, nascida em Niterói, dançou o ritmo paraense como se fizesse isso desde criança, como Ritinha.


É webdesigner: Zeca reformou um ônibus, com o objetivo de promover festas a bordo, e o batizou como "Balada Jeiza". Para ajudar na promoção, a namorada do motorista criou um site. Sim, Jeiza é também webdesigner.


Sabe atacar de DJ: Na estreia do Balada Jeiza, o público se surpreendeu ao descobrir que a heroína de "A Força do Querer" é também DJ. Foi ela que comandou o som do ônibus, com música sertaneja e "Despacito", é claro.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

Sobre o autor

Mauricio Stycer, jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 1961, mora em São Paulo há 30 anos. É repórter especial e crítico do UOL. Assina, aos domingos, uma coluna sobre televisão na "Folha de S.Paulo". Começou a carreira no "Jornal do Brasil", em 1986, passou pelo "Estadão", ficou dez anos na "Folha" (onde foi editor, repórter especial e correspondente internacional), participou das equipes que criaram o diário esportivo "Lance!" e a revista "Época", foi redator-chefe da "CartaCapital", diretor editorial da Glamurama Editora e repórter especial do iG. É autor dos livros "Topa Tudo por Dinheiro - As muitas faces do empresário Silvio Santos" (editora Todavia, 2018), "Adeus, Controle Remoto" (Arquipélago, 2016), “História do Lance! – Projeto e Prática do Jornalismo Esportivo” (Alameda, 2009) e "O Dia em que Me Tornei Botafoguense" (Panda Books, 2011).

Contato: mauriciostycer@uol.com.br

Sobre o blog

Um espaço para reflexões e troca de informações sobre os assuntos que interessam a este blogueiro, da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.