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Repleta de reprises, TV aberta vira concorrente do Canal Viva

Tereza Cristina e Crô, em "Fina Estampa" - Reprodução/Internet
Tereza Cristina e Crô, em "Fina Estampa" Imagem: Reprodução/Internet
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Fernando Oliveira, conhecido como Fefito, é formado em jornalismo e pós-graduado em direção editorial. Teve passagens pela IstoÉ Gente, Diário de S. Paulo, iG, R7. Atuou como apresentador do Estação Plural, da TV Brasil, Mulheres, da TV Gazeta, e Morning Show, da Jovem Pan.

Colunista do UOL

28/03/2020 14h21

Resumo da notícia

  • Em previsão otimista, emissoras trabalham com julho e agosto para trazer de volta produções inéditas
  • Até mesmo fracassos como "Apocalipse" ganharão segunda chance durante período de reprises
  • Emissora recorrerão a melhores momentos nos programas de auditório

Por causa da pandemia do coronavírus, as emissoras suspenderam novelas inéditas, cancelaram reality shows e adiaram a estreia de humorísticos. Numa previsão otimista, as produções originais só devem ser retomadas em sua totalidade por volta de julho ou agosto.

Com isso, os espectadores terão de se contentar com um mar de reprises. Programas de auditório exibirão melhores momentos. Na Globo, todos os horários de novelas seguirão preenchidos por reexibições. E até fracassos como "Apocalipse" ganharão segunda chance na Record.

As muitas reprises que dominarão a TV aberta a transformarão em uma espécie de Canal Viva gratuito. Esse é o assunto do vlog da semana.

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