Igreja: a dominação das rádios é quase total. Poucas ainda estão livres

Leonardo Soares/ UOL
Música ou informação virou raridade no dial de São Paulo Imagem: Leonardo Soares/ UOL
Arte/UOL
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

11/06/2016 07h00

Ainda sobre essa dominação das igrejas, chega a ser apavorante virar o botão de sintonia das emissoras de AM ou FM em São Paulo.

São muito raras aquelas que ainda mantém programações musicais ou jornalismo. O resto é só pregação.

Com todo o lado nefasto que tais “pregações” podem oferecer, prometendo resolver qualquer cosia, desde unha encravada até problemas de ordem financeira.

Um verdadeiro atentado. Tão nocivo e perigoso quanto a propaganda de remédios, com o hipócrita aviso “se persistirem os sintomas procure um médico”. Quando o correto teria que ser “procure o médico antes e compre o remédio depois”.

*Colaborou José Carlos Nery

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