Coluna

Flávio Ricco

Cobrança de ISS do streaming faz justiça ao mercado de TV

Pedro Saad/Netflix/Divulgação
Personagens de "3%", série brasileira da Netflix Imagem: Pedro Saad/Netflix/Divulgação
Arte/UOL
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

09/01/2017 07h01

Em 30 de dezembro passado, conforme publicação no Diário Oficial, o presidente Temer sancionou lei que autoriza cobrança de ISS de Netflix, Spotify, Amazon Prime Vídeo e todas as demais que atuam na área do streaming, até agora não tributadas com o Imposto Sobre Serviços.

A medida entrará em vigor daqui a 90 dias e, além de acabar com privilégio tão descabido, apenas as enquadrará nas leis vigentes do país, as quais todas as empresas têm que estar sujeitas.

Algo que também fará cessar uma situação de absoluta desigualdade e deslealdade com todo o mercado de TV brasileira, entre aberta e fechada. Promessas como uma série sobre a Operação Lava Jato, reality show com Anderson Silva, série de stand ups, entre outras anunciadas realizações, agora serão taxadas na altura e preço da produção daqui. Sem dó ou piedade. Simples assim.

Nossa realidade

O privilégio de poder adquirir assinaturas de streaming, por parte daqueles que têm posse para isso, não deve ser contestado. Que possam tirar boas vantagens delas. Porém é necessário usar de certo cuidado em se propalar tais serviços, primeiro porque eles também deixam muito a desejar e, por outra, estão completamente fora da realidade da maioria dos brasileiros.

Olha o exemplo

Todos estamos acompanhando as dificuldades para se cumprir as diversas etapas do desligamento do sistema analógico. Os setores envolvidos têm trabalhado cuidadosamente em cima disso, para não privar a maioria da população brasileira daquela que é a sua única opção de lazer gratuita, a televisão.

Não tem pra ninguém

Macaquices à parte, ninguém tem porque se queixar da televisão que se faz aqui no Brasil, especialmente por parte das suas três principais redes abertas. Um trabalho em condições de atender os mais diferentes e exigentes tipos de público. A Globo, se alguém não sabe, é a maior produtora de conteúdo do mundo.

Retomada

Passadas as festas de fim de ano, aos poucos os telejornais vão retomando seu ritmo tradicional. Nesta segunda-feira, César Tralli volta ao comando do “SPTV 1ª Edição”. Já Sandra Annenberg reassume a bancada do “Jornal Hoje”, no dia 18, e Monalisa Perrone volta ao “Hora 1”, no dia 19.

Esperado retorno

Aliás, nesta segunda-feira, passadas as festas e folgas relativas, em todas as emissoras devem ser observados retornos ao trabalho, especialmente nos seus cargos de comando. Que isto ocorra, inclusive, na parte de programação da RedeTV!, que até a semana passada, caracterizando como hora extra, ainda tinha o gorro do Papai Noel na cabeça do seu logo.

Sem solução

Emissoras como SBT, Record, Globo, Gazeta, ESPN e Band acertaram de pagar 6% de aumento para os jornalistas, independentemente da reunião marcada para quinta-feira, 12, para tentar se chegar a um acordo. De todas as grandes redes, como se observa, a Rede TV! é única que até agora não se manifestou.

Está em aberto

Já estamos em janeiro e a Record ainda não tem uma posição sobre onde a Xuxa irá gravar a próxima temporada do seu programa. Se vai continuar no Rio de Janeiro ou se mudar para os estúdios da Barra Funda, em São Paulo.

Só ela

A dúvida, sobre essa questão de lugar e estúdio, envolve apenas Xuxa. Faro, Gugu, Mion e Sabrina, sem qualquer alteração, voltam a gravar entre o fim de janeiro e começo de fevereiro.

Raquel Cunha/TV Globo
Ingrid Guimarães e o diretor Vinícius Coimbra nos bastidores de "Novo Mundo" Imagem: Raquel Cunha/TV Globo
Bastidor

Ingrid Guimarães e o diretor Vinicius Coimbra nos bastidores de gravações de “Novo Mundo”, próxima novela das seis, na Ilha Fiscal, Rio de Janeiro. Na história, ela faz a vilã Elvira, que tira proveito de um porre para se casar com Joaquim (Chay Suede).

O drama dos refugiados

A partir desta segunda-feira (9), o "Jornal da Band" apresenta a série "Refugiados - A vida no Brasil", com reportagem de Márcio Campos. Em cinco episódios, histórias de pessoas que se lançaram ao mundo para escapar do horror da guerra, da intolerância, da perseguição religiosa e da tortura. Famílias inteiras que fugiram de seus países, passaram por campos de refugiados, cruzaram fronteiras e  desafiaram a sorte, até encontrar no Brasil a chance para recomeçar. 

Lava Jato

Chegaram ao fim as filmagens de “Polícia Federal – A lei é para todos”, sobre a Operação Lava Jato, nas locações de Curitiba. Agora, os trabalhos se concentram em São Paulo e Rio de Janeiro. O elenco reúne nomes como Marcello Serrado, Flávia Alessandra, Rainer Cadete e Antônio Calloni, entre outros. 

Bate – Rebate

·       Não é por nada, mas “A Lei do Amor” é mais um caso típico de elenco inflado, que os autores, depois da novela começar, não sabem o que fazer com ele...

·       ... No caso em questão, surpreende o fato de Maria Adelaide Amaral ter cometido ou concordado com este erro...

·       ... Ela, Maria Adelaide, colaboradora do Cassiano Gabus Mendes no passado e um alguém que sempre trabalhou com um número enxuto de artistas...

·       ... Nem tem como, é humana e matematicamente impossível dar um aproveitamento razoável a mais de cem pessoas...

·       ... Aí surgem os descontentamentos ou subaproveitamentos e necessidade de descartar, procedimento adotado já de alguns capítulos em “A Lei do Amor”...

·       ... É de se lamentar tanta gente boa, como Tarcísio Meira e Otávio Augusto, expostos a tamanho pouco caso.

·       Nesta segunda a Record exibe o último capítulo de “Escrava Mãe” e o começo da reprise de “A Escrava Isaura”...

·       ... Uma amarrada na outra.

*Colaboração de José Carlos Nery

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