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Flávio Ricco

Jornalistas da Record são libertados na Venezuela

Reprodução
Leandro Stoliar Imagem: Reprodução
Arte/UOL
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

12/02/2017 01h24Atualizada em 12/02/2017 13h36

Depois de 10 horas presos, os jornalistas Leandro Stoliar e Gilson de Oliveira, repórter e cinegrafista da Record, da TV Record, foram libertados da prisão na cidade de Maracaibo, no estado de Zulia, na Venezuela.

A liberação aconteceu por volta de 1h15 deste domingo (12), horário de Brasília. Depois de levados para Caracas num voo da polícia de de Maracaibo, eles deverão voltar ao Brasil já na segunda-feira.

Em nota enviada à imprensa na tarde deste domingo, a RecordTV informa que os jornalistas Leandro Stoliar e Gilson Oliveira foram liberados de madrugada e puderam dormir em um hotel, em Maracaibo , no estado de Zulia, na Venezuela.

"A RecordTV segue acompanhando o retorno dos seus profissionais junto com as autoridades do governo brasileiro e entidades de direitos humanos venezuelanas porque policiais ainda permanecem vigiando os deslocamentos dos dois jornalistas. A previsão é que Leandro e Gilson desembarquem no Brasil, nesta segunda feira,  05:50 da manhã, pela Avianca, no Aeroporto  Internacional, em Guarulhos".
 

Entenda o caso:

Neste sábado, às duas da tarde, horário de Brasília, meio-dia em Caracas, o Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (SEBIN), da Venezuela, prendeu os jornalistas Jesús Urbina e Maria José Túa, da Transparência Venezuela, assim com Leandro Stoliar e Gilson Souza de Oliveira, da Rede Record, que se encontravam fazendo imagens da Puente Pigale, sobre o lago de Maracaibo, no estado Zulia.

A obra está sendo executada pela Odebrecht --empresa acusada de pagar propinas a políticos no Brasil e em outros países--, sob a responsabilidade do Ministério do Poder Popular para Transportes Terrestres e Obras Públicas.

Os quatro jornalistas foram conduzidos para a sede da SEBIN, em Maracaibo, não foram liberados até agora e tiveram os seus equipamentos e celulares apreendidos.

A alegação das autoridades venezuelanas para a prisão é que não havia autorização para a realização do trabalho jornalístico.

A Record, na noite deste sábado, antes da libertação, expediu a seguinte nota:

A RecordTV informa que os jornalistas Leandro Stoliar e Gilson de Oliveira foram perseguidos e detidos, sem explicação, na cidade de Maracaibo, no estado de Zulia, na Venezuela .

Os jornalistas tiveram seus celulares, equipamentos e pertences pessoais apreendidos por homens que se identificaram como integrantes do SEBIN, Serviço de Inteligência Nacional. Leandro e Gilson estavam acompanhados de representantes da ONG - Transparencia  Venezuela, que também foram detidos.

A RecordTV repudia esta atitude violenta e radical  que fere a liberdade de imprensa e exige a imediata liberação dos profissionais e a devolução de todo o material apreendido.

A RecordTV acionou o governo brasileiro através do Itamaraty e da Embaixada do Brasil, na Venezuela, para que todos os direitos e a segurança dos profissionais sejam garantidos.

*Colaborou José Carlos Nery

 

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