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Flávio Ricco

Glória Perez desmonta tese de que gênero telenovela está desgastado

Reprodução/Gshow
Em "A Força do Querer", Joyce fica arrasada com o namoro de Eugênio e Irene Imagem: Reprodução/Gshow
Arte/UOL
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

22/07/2017 07h00

“A Força do Querer” atingiu recorde de audiência em São Paulo na última quinta-feira. De acordo com o Ibope, foram 39,4 pontos de média e 54% de participação – para desespero das concorrentes da Globo no mesmo horário.

Na faixa de confronto com a novela, o SBT marcou 9,4 pontos; Record, 7,2,; Cultura, 0,9; Rede TV!, 0,6; Band, 0,5 e Gazeta, 0,2.

O recorde de “A Força do Querer”, curiosamente, ocorrera em momentos secundários da trama, envolvendo a traição de Eugênio (Dan Stulbach) e o vício em jogo de Silvana (Lilia Cabral).

Tudo isso para escancarar que as novelas, a exemplo do futebol, continuam sendo um grande e importante negócio para quem a as produz – com qualidade.

Quando uma história é bem estruturada, o público compra a ideia e não desgruda. O blá blá blá de que o gênero está desgastado, portanto, não se confirma. Está aí a prova.

*Colaboração de José Carlos Nery    

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