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Flávio Ricco

Série "Filhos da Pátria" vai acompanhar a evolução da corrupção no país

Divulgação/TV Globo
Alexandre Nero e Fernanda Torres voltam à TV na série Filhos da Pátria Imagem: Divulgação/TV Globo
Arte/UOL
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

09/10/2017 00h05

A série “Filhos da Pátria”, protagonizada por Alexandre Nero e Fernanda Torres, terá continuidade na Globo, também como um histórico da evolução observada pela corrupção no Brasil. Vamos combinar que material não falta para isso.

Ficou estabelecido também que, em vez de 12 episódios, as próximas terão uma maior duração, possivelmente 20 capítulos, até para diluir o custo, por se tratar de uma produção muito cara.

A corrupção por aqui é - como sempre foi – uma fonte inesgotável, “arte” antiga, e até por isso o programa, exibido às terças-feiras, decidiu mostrar as falcatruas do nosso país varonil imediatamente após a Independência de Portugal.

Bruno Mazzeo, com toda liberdade para isso, já começou a desenvolver os roteiros das novas temporadas da série. No plural mesmo. “Filhos da Pátria” abordará o crescimento desta chaga em várias épocas da vida brasileira. E, claro, com todos os PHDs do assunto.

Depois dessa passagem pelo período pós-Independência, a próxima terá como foco o final dos anos 1980 e início dos anos 1990, recheados de acontecimentos, como o caso dos Anões do Orçamento. E olha que chegar até aqui, tem chão.

A edição atual fica no ar até dezembro e acompanha uma “tradicional família brasileira”, os Bulhosa, composta por Geraldo (Nero), Maria Teresa (Torres), Catarina (Lara Tremouroux) e Geraldinho (Johnny Massaro).

*Colaborou José Carlos Nery

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