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Flávio Ricco

Por que a Globo não aposenta a "Sessão da Tarde"?

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Na emissoras, filmes ainda servem para tapar espaços na programação Imagem: Reprodução
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

16/03/2018 00h05

Na Globo, o que chama atenção, é o drama que se transformou encontrar horários para exibir tudo o que ela tem produzido. Um problema que vem se intensificando com o tempo. Por que, então, não pensar na aposentadoria de alguns dos seus produtos? A "Sessão da Tarde", por exemplo?

Continuar com filmes, hoje, é alternativa de algumas emissoras que não têm o mesmo poderio de produção da Globo. Eles ainda servem para tapar espaços.

Mesmo assim é enorme a força e importância que perderam nos últimos anos. O filme, na TV aberta, chega depois de ser esmerilhado em outras plataformas. Em quinta exibição, por baixo.

A "Sessão da Tarde" é uma das mais antigas sessões de cinema da emissora – estreou em 1981. Pegou pela frente, portanto, uma série de transformações, que inclui TV paga e streaming. Tem resistido bravamente. Mas até quando?

*Colaborou José Carlos Nery

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