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Flávio Ricco


Estrela luso-brasileira encerra participação em "Éramos Seis"

Joana de Verona encerrou sua participação em "Éramos Seis" - Divulgação
Joana de Verona encerrou sua participação em "Éramos Seis" Imagem: Divulgação
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL

19/03/2020 00h05

Resumo da notícia

  • Atriz aguarda melhor momento para voltar ao seu país
  • "Éramos Seis" também sentiu os efeitos do coronavírus
  • Família dela, em Macau, lida com o vírus desde janeiro

Joana de Verona encerrou seu trabalho como Adelaide nas gravações de "Éramos Seis". Agora a atriz luso-brasileira aguarda o melhor momento para retornar a Lisboa, cidade em que vive atualmente.

O avanço do Coronavírus alterou a rotina da novela.

"A gravação do último capítulo foi antecipada em um dia, terminamos nessa segunda-feira. A questão do Coronavírus é uma epidemia mundial, muito séria. Estou sentindo que no Brasil, como chegou depois, a reação está mais lenta. Muitos ainda não levaram a sério. É uma questão de consciência social com o outro. Mesmo que não sejamos crianças e idosos, não estejamos no grupo de risco, podemos transmitir aos outros", declara Joana.

Ainda sobre a questão, diz que "a importância de se usar máscaras é uma opção para evitar o contágio. Aqui demoramos a agir neste sentido. A minha família que mora em Macau está lidando com isso desde janeiro. Minha sobrinha está há dois meses sem ir ao colégio! Minha família está em quarentena. Quando os parentes saem às ruas, em Lisboa, vão de máscaras. Fui ao teatro pouco antes de ser proibido, aqui no Rio, e já tinha ido de máscara".

"Vou fazer quarentena tanto aqui, agora que acabaram as gravações, quanto em Portugal, assim que eu regressar para lá. Além disso estou usando álcool em gel e mantendo certa distância das pessoas, sem tocar, sem dar abraço. É importante não entrarmos em pânico", conclui.

*Colaborou José Carlos Nery

Flávio Ricco