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Mauricio Stycer


"Se Joga" completa quatro meses no ar sem sair do segundo lugar

Fabiana Karla, Fernanda Gentil e Érico Brás, os apresentadores do Se Joga  - Reprodução
Fabiana Karla, Fernanda Gentil e Érico Brás, os apresentadores do Se Joga Imagem: Reprodução
Mauricio Stycer

Mauricio Stycer

Mauricio Stycer é jornalista desde 1985. Repórter e crítico do UOL, colunista da Folha de S.Paulo, passou por Jornal do Brasil, Estadão, Folha, Lance!, Época, CartaCapital, Glamurama Editora e iG. É autor de "Topa Tudo por Dinheiro - As muitas faces do empresário Silvio Santos" (editora Todavia, 2018).

Colunista do UOL

30/01/2020 05h01

Lançado em 30 de setembro de 2019, o "Se Joga" completou quatro meses no ar sem conseguir o que a grande maioria dos programas da Globo alcança com certa facilidade: ser líder de audiência. Ao longo de todo esse período o sucessor do "Vídeo Show" ficou atrás da Record, segundo os números do Ibope, em São Paulo.

Entre 30 de setembro e 28 de janeiro, segundo dados recebidos pela coluna, o "Se Joga" registrou média de 8,3 pontos, contra 9,6 da Record na mesma faixa horária. Em todo este período, o SBT foi terceiro lugar, com média de 7,2 pontos.

Em outubro, a média do "Se Joga" foi de 8,7 pontos (contra 10 da concorrente); em novembro, a média caiu para 8,2 (contra 10); em dezembro, caiu mais um pouco, chegando a 7,7 (contra 9,3); e em janeiro foi de 8,4 (contra 9,6).

O principal concorrente do vespertino da Globo é o quadro "A Hora da Venenosa", dentro do "Balanço Geral SP", com Geraldo Luís, Fabíola Reipert e Renato Lombardi.

O programa comandado por Fernanda Gentil, Fabiana Karla e Erico Brás perdeu agora em janeiro as colaborações dos humoristas Marcelo Adnet e Paulo Vieira, que estão focados no "Fora de Hora". Dani Calabresa deve apresentar um quadro num futuro próximo.

Segundo o colunista Flavio Ricco, do UOL, publicou esta semana, o desempenho do "Se Joga" causa preocupação na Globo, "porém, desistir do programa é uma hipótese que não passa na cabeça de ninguém", escreveu.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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