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Em Dancing Brasil, Yudi tem tattoo de PlayStation e namorada 20cm mais alta

Munir Chatack/TV Record
Yudi Tamashiro e Bárbara Guerra, uma das duplas favoritas da segunda temporada do "Dancing Brasil" Imagem: Munir Chatack/TV Record

Giselle de Almeida

Do UOL, no Rio

28/08/2017 04h00

Há pouco mais de um mês Yudi Tamashiro tem sido parado nas ruas por fãs ansiosos, que dizem: "Eu fico esperando para te ver". E não se trata de crianças ansiosas para ganhar um videogame, mas gente de todas as idades que ficam impressionados com suas performances que, a cada semana, arrancam reações entusiasmadas da plateia e valiosos elogios dos exigentes jurados do "Dancing Brasil". 

 "Estou pegando outro público, mais velho. Umas tiazinhas que me param no shopping e querem me beijar, é muito engraçado", conta o apresentador de 25 anos, parceiro de Bárbara Guerra.

O bom desempenho da dupla tem um obstáculo extra - a diferença de altura entre aluno, de 1,58m e professora, de 1,67m.

"Na hora não parece, mas a diferença é grande e a gente tem uma dificuldade maior na hora de montar as coreografias nas pegadas. Para locomover a Bárbara de um lado para o outro, é difícil demais, você não tem noção", conta.

Pode não parecer, mas Yudi jura que sente frio na barriga antes de toda apresentação. Receio de algum estilo ele não tem, mas está ansioso por um em especial: o tango. 

"Ele exige uma concentração tremenda e uma firmeza nos movimentos", diz. "Minha formação é de dança de rua, e caí num programa que tem muitos estilos clássicos, valsa, foxtrote, que precisam de uma elegância. Acho que minha dança evoluiu muito nessa parte técnica de leveza, de segurar a energia, de não demonstrar tanta raiva na hora. Porque no hip hop você tem que mostrar atitude", compara.

Munir Chatack/TV Record
Bárbara Guerra e Yudi Tamashiro em "Dancing Brasil" Imagem: Munir Chatack/TV Record

No último programa, a jurada Fernanda Chamma fez mais do que cumprimentar sua evolução: disse que se ele também cantasse - o que é o caso - o convidaria para fazer parte de um musical. 

"Ela veio conversar comigo sobre os musicais da Broadway que rolam por aqui, falou sobre um da Disney que está vindo para cá, me deu um toque. Vou ver o que é melhor para mim. Tem aparecido várias oportunidades, mas meu foco é ser apresentador", conta.

"Já gravei quatro programas do meu programa, estou terminando de assinar com a emissora. Acho que estreia daqui a um mês. Vai ser na TV aberta, no finalizinho da tarde, uma mistura de Danilo Gentili com Bial, vou falar de coisas sérias, mas de um jeito mais popular. Mas não vou deixar a dança de lado. Daqui a pouco começo a produzir vários videoclipes de dança no meu canal do YouTube", promete.

Sim, ele tem foco, mas também vontade de conciliar tantos projetos. "Vejo o [Fábio] Porchat, por exemplo, que faz o Porta dos Fundos, apresenta, faz comercial... Estou com 25 anos, acho que dá para fazer tudo bem feito. Achava que não, mas é só separar muito bem os horários na semana. Preciso ganhar os R$ 500 mil [do 'Dancing Brasil'], aí dá para produzir mais coisas", brinca.

Curiosidades sobre Yudi Tamashiro

  • Imagem: Reprodução/Instagram/yuditamashiro
    Reprodução/Instagram/yuditamashiro
    Imagem: Reprodução/Instagram/yuditamashiro

    Hip hop

    O hip hop entrou na vida do apresentador há mais de dez anos. "Foi através de uma ONG na Baixada Santista, que tirava a molecada da rua para dançar. Comecei nesse embalo, tinha uns amigos meus lá. Eu tinha uns 13, 14 anos, e aí comecei a participar de campeonatos", conta ele, que nega vantagem na competição por conta dessa experiência prévia. "Achava que ia ser mole, mas é totalmente diferente. É a mesma coisa que você ser um ótimo professor de matemática e querer dar aula de português", compara

  • Imagem: Reprodução/Instagram/yuditamashiro
    Reprodução/Instagram/yuditamashiro
    Imagem: Reprodução/Instagram/yuditamashiro

    Namorada de 1,80m

    Há um ano, Yudi namora a modelo Wanessa Bicalho, que mede 1,80m. Para os dois, a diferença de altura nunca foi uma questão, já para os outros... "A gente ia para os lugares e o pessoal ria, achava estranho. Mas sabe de uma coisa que eu reparei? Quando você chega com aquela firmeza: 'É minha mulher e pronto, sou baixo, ela é alta e acabou'", conta. "Hoje em dia não estamos nem aí", garante.

  • Imagem: Reprodução/Instagram/yuditamashiro
    Reprodução/Instagram/yuditamashiro
    Imagem: Reprodução/Instagram/yuditamashiro

    Anel de compromisso

    Não dá para reparar na aliança que Yudi ostenta na mão direita. Isso significa casamento à vista? Por enquanto não. "É uma longa história. Ela estava indo para Milão a trabalho e pensei: 'Vou ter que arrumar uma aliança, ela vai para lá, cheio de cara bonitão' [risos]. Fui num shopping, e a vendedora disse que era moda lá fora aliança de ouro para namorados. Depois minha namorada falou que de ouro é de noivado... Mas estamos só namorando, no momento não tem nem como. Quero fazer tudo certinho", diz, explicando que ele e Wanessa, 19, estão focados no trabalho.

  • Imagem: Reprodução/Instagram/yuditamashiro
    Reprodução/Instagram/yuditamashiro
    Imagem: Reprodução/Instagram/yuditamashiro

    PlayStation na pele

    Desde os tempos em que dividia a apresentação do "Bom Dia & Companhia", no SBT, com Priscila Alcântara, a marca de videogame virou quase um sobrenome para Yudi. Hoje ele não liga e tem até uma tatuagem na panturrilha, que fez após um dos vários eventos de games que faz até hoje por conta da associação. "Tatuagem você faz de coisas que fazem parte da sua vida, e essa não tem como negar", diz ele. Mas, afinal, ele joga PlayStation? "Joguei quando era criança, depois parei. Até por causa desse lance de me chamar de PlayStation, peguei um pouco de raiva [risos]. Depois superei, e hoje em dia é uma diversão minha com a minha namorada. A gente gosta muito de ficar em casa jogando e comendo chocolate", conta.

  • Imagem: Reprodução/Instagram/yuditamashiro
    Reprodução/Instagram/yuditamashiro
    Imagem: Reprodução/Instagram/yuditamashiro

    Ligação com o Japão

    Filho de pai japonês e mãe brasileira, Yudi passou parte da infância no Japão e foi alfabetizado no idioma local. Hoje, ele diz que lembra pouca coisa, embora viaje com frequência para o país. A última ida foi há três meses, quando aproveitou para fazer um documentário sobre sua família. "Descobri que um tio meu fazia parte de um grupo de hip hop. Minha família já tinha um dançarino e nem eu sabia. Esse grupo começou com oito pessoas, só de estrangeiros, mas chegou a ter 1.200 pessoas e acabou virando uma gangue que bateu de frente com a Yakuza [a máfia japonesa]. Uma história muito louca! Muitos dançarinos desse grupo foram deportados e estão aqui no Brasil."

  • Imagem: Reprodução/SBT
    Reprodução/SBT
    Imagem: Reprodução/SBT

    Fama e assédio

    Na TV desde os 9 anos, quando surgiu no "Programa Raul Gil", Yudi conta que lida com o assédio de forma muito natural. O que não impede que tenha passado por algumas saias justas. "Meus pais não gostam nem de ir ao shopping comigo, mas para mim é normal. Minha namorada é mais fechada, mas está começando a acostumar. Antigamente eram crianças, hoje são os adolescentes que chegam dando tapa nas costas [risos]. Mas eu entendo, também já fui adolescente", conta.

  • Imagem: Edu Moraes/Record
    Edu Moraes/Record
    Imagem: Edu Moraes/Record

    "A Fazenda"

    Outros ex-participantes podem até ter reclamado da repercussão de suas passagens pelo reality, mas esse não é o caso de Yudi. "Sempre quis fazer um reality. As pessoas falavam que era loucura, mas meu coração estava falando que eu participasse. Era uma oportunidade única. Saí da 'Fazenda' e a minha vida continuou a mesma. A diferença que fez foi que a molecada que assistia ao 'Bom Dia' estava crescendo, e eu precisava mostrar para eles que eu estava crescendo junto", analisa.

  • Imagem: Lucas Lima/UOL
    Lucas Lima/UOL
    Imagem: Lucas Lima/UOL

    Mamonas Assassinas

    A carreira de Yudi continua ligada ao grupo de Guarulhos: primeiro, foi a estreia na TV, dublando Mamonas no "Programa Raul Gil", depois veio o musical, onde interpretou Bento; e o próximo passo será o filme. "Passamos um ano e quatro meses rodando o Brasil todo com o musical, aprendi muito com o diretor José Possi Neto. Acho que essa experiência me deu uma base para chegar ao 'Dancing' mais seguro", explica.

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