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Por onde andam 6 atrizes que fizeram sucesso como moças brejeiras

Do UOL, no Rio

25/08/2017 04h00

Elas encantaram o público nos anos 80 e 90 fazendo o papel de moças simples, ingênuas e com uma sensualidade bem brasileira. Tereza Seiblitz, Patricia França, Luciana Braga, Simone Carvalho, Tássia Camargo e Giovanna Gold foram musas em novelas que marcaram época, como "Pantanal", "Tieta", "Renascer", entre outras. Veja o que elas estão fazendo hoje!

  • Imagem: Reprodução/Montagem UOL
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    Patrícia França

    Pernambucana de cabelos cacheados, ela fez sua estreia na televisão em "Teresa Batista" (1992) com todo seu charme brejeiro. Maria Santa da primeira fase da trama rural "Renascer", no ano seguinte, só reforçou o título de representante legítima da miscigenação brasileira. Ficou 12 anos na Globo e em 2005 foi para Record com status de estrela. Saiu em 2009 e cinco anos depois voltou à antiga casa para trabalhar para uma temporada de "Malhação". Patrícia diz que o público a cobra para que volte à TV, mas ela diz que tudo depende de propostas para "bons papeis".

  • Imagem: Montagem/UOL
    Montagem/UOL
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    Tássia Camargo

    Em "Rabo de Saia" (1984), o caixeiro-viajante Quequé, interpretado por Ney Latorraca, matava de inveja os homens por ter três mulheres. A mais nova delas, Nicinha, era fogosa, sensual e da cor do pecado. A personagem alçou Tássia Camargo à condição de musa e abriu as portas na Globo, onde a atriz permaneceu por quase duas décadas. Aos 56 anos e longe da televisão há dois, ela atua mais no teatro e volta e meia se mete em polêmicas nas redes sociais criticando famosos e publicando fotos ousadas, como uma nua fazendo faxina.

  • Imagem: Montagem/UOL
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    Simone Carvalho

    Ela começou a carreira no cinema por conta de seu marido na época, o diretor Claudio Cunha. Acostumada a interpretar mulheres fortes, decididas e urbanas, ela ganhou o papel de Belinha na primeira versão de "Cabocla" (1979). O estilo romântico da personagem pegou e Simone Carvalho bombou. Ganhou outras mocinhas do interior, namorou Pelé durante seis meses e depois sumiu da telinha. Aos 56 anos, ela assume que sente vontade de voltar a trabalhar na televisão.

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    Luciana Braga

    Seus primeiros papeis foram pequenos em novelas de época, mas Luciana Braga conheceu o sucesso como a mais rebelde e esperta "rolinha" do Coronel da Tapitanga, interpretado por Ary Fontoura, em "Tieta" (1989). Ele e a maioria dos homens da fictícia Santana do Agreste sonhavam em ensinar o abecedário para Imaculada, que acabou a trama com seu príncipe Ricardo (Cássio Gabus Mendes). Luciana ainda fez outros personagens em trama rurais na Globo. Foi para o SBT, voltou para a antiga casa e em 2009 foi para a Record. Aos 54 anos, Luciana anda se dedica ao teatro.

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    Giovanna Gold

    A sua estreia foi na extinta TV Manchete no clássico da teledramaturgia "Pantanal" (1990). Giovanna Gold era Zefa, a mocinha ingênua e atraente que só tinha um sonho: casar com o peão mais bonito da fazenda, Tadeu (Marcos Palmeira). O casamento até que saiu nos últimos capítulos, mas a faceira alimentou o desejo de outros homens da trama. Depois disso, a atriz emendou dois trabalhos na mesma linha em "A História de Ana Raio e Zé Trovão" (1990) e "Mulheres de Areia"(1993), já na Globo. Aos 53 anos, a baiana é professora de ioga.

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    Tereza Seiblitz

    Jerusa, a empregada rebelde da família Pontes "Pedra sobre Pedra" (1992), era também exemplo de sensualidade na pequena cidade de Resplendor. A personagem fez Tereza Seiblitz virar musa das novelas rurais. Tanto que logo em seguida ganhou o papel de Joaninha em "Renascer" (1993), outra mulher no melhor estilo brejeira. Os trabalhos acabaram levando à atriz ao time de protagonistas. Ela foi a Dara de "Explode Coração" (1995). Aos 53 anos, ela faz mestrado em letras na PUC, no Rio.

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