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Loira e de olhos verdes, filha de Michael Jackson diz: "Me considero negra"

Lilly Lawrence/AFP
8.jan.2017 - Paris Jackson, filha de Michael Jackson, na festa pós-Globo de Ouro, em Beverly Hills, na Califórnia Imagem: Lilly Lawrence/AFP

De Nova York

24/01/2017 22h09

A filha de Michael Jackson respondeu à velha pergunta a respeito do rei do pop ser seu pai biológico, afirmando publicamente que não tinha dúvidas sobre isso.

Em uma entrevista à revista Rolling Stone, na qual anunciou ser seu primeiro e último comentário sobre um assunto que fascinou os tabloides, a modelo Paris Jackson, de 18 anos, disse que sempre lhe falaram que tinha traços incrivelmente parecidos com os de seu pai.

"Sempre será meu pai. Sempre foi e nunca deixará de ser", disse à revista em uma entrevista publicada nesta terça-feira (24), na qual também explicou que se sentia negra.

Paris, de pele branca, cabelo pintado de loiro platinado e olhos verdes, disse que as pessoas sempre pensam que ela é branca. Mas, segundo ela, sua aparência é uma mistura de raças e seu pai a introduziu na cultura afro-americana e, inclusive, a ensinou a cozinhar comidas típicas do sul.

"Me considero negra", afirmou.

Michael Jackson "me olharia nos olhos e me apontaria o dedo dizendo: 'Você é negra. Sinta orgulho de nossas raízes', e para mim seria como 'ok, é meu pai. Por que mentiria para mim?'".

A estrela do pop teve Paris e seu irmão mais velho, Prince, com Debbie Rowe, com quem foi casado durante vários anos. Paris assinalou que não tem muito contato com Rowe.

Jackson teve depois um terceiro filho, Blanket, com uma "barriga de aluguel" desconhecida.

Michael Jackson sempre protegeu seus filhos do assédio da mídia, inclusive levando-os para passear na rua com máscaras. Em uma homenagem após a morte do cantor em 2009, Paris, que tinha 11 anos na época, surpreendeu a todos ao pegar o microfone e anunciar que Michael "era o melhor pai que podiam imaginar".

Na entrevista à Rolling Stone, a modelo assinalou que a morte de seu pai havia sido um assassinato e que ele havia dito em várias ocasiões que forças anônimas o tinham jurado de morte.

Durante a necropsia do artista, as autoridades de Los Angeles encontraram no corpo uma potente dose de um medicamento para ansiedade e seu médico, Conrad Murray, foi para prisão por homicídio culposo.

Paris Jackson contou que havia sofrido muitos problemas de auto-estima pela preocupação constante por conta de sua aparência e tentou se suicidar em várias ocasiões.

A jovem, cujo corpo tem várias cicatrizes cobertas por tatuagens, afirmou ter encontrado no trabalho de modelo uma espécie de saída terapêutica.

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