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1º longa do Porta dos Fundos vende 460 mil ingressos, mas decepciona

Rachel Tanugi Ribas/Divulgação
Imagem: Rachel Tanugi Ribas/Divulgação
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

31/07/2016 15h25Atualizada em 31/07/2016 15h25

Um dos filmes mais badalados pela mídia e com maior divulgação dos últimos anos, “Porta dos Fundos - Contrato Vitalício” saiu de cartaz na semana retrasada com saldo de 460 mil ingressos vendidos, segundo a empresa Filme B informou a esta coluna.

Parece bastante para os padrões nacionais, mas o resultado decepcionou a produção, que esperava no mínimo o dobro --ou até o triplo-- com a primeira produção da trupe de humoristas.

O filme mal ficou três semanas em cartaz. A previsão inicial era de ao menos dois meses.

Aparentemente, a linguagem cinematográfica não funcionou tão bem como os esquetes da internet --Porta é um dos campeões de audiência online no país.

Até chegar às salas, o filme teve uma confecção “embolada”, com vários adiamentos nas gravações, reescritas de roteiro e algumas mudanças nos personagens.

O filme, orçado em R$ 5,6 milhões,  foi feito em grande parte com verbas obtidas a partir de leis de incentivo à cultura.

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