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Ricardo Feltrin

SBT é 1ª a anunciar morte de Fidel, mas sofre com improviso

Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

26/11/2016 05h25Atualizada em 26/11/2016 13h34

Para uma TV que é conhecida por, historicamente, investir pouco em jornalismo, o SBT até que conseguiu um  feito na madrugada deste sábado: foi a primeira emissora aberta a anunciar a morte de Fidel Castro, 90 anos.

Eram 3h57 quando a emissora publicou uma tarja no “SBT Notícias” informando a morte, que ocorreu em Havana na noite de ontem (horário local). O conhecido repórter "corujão" da emissora, João Fernandes, fez o anúncio.

Ok, não houve nenhum trabalho de apuração, já que o SBT publicou a notícia dando crédito para a norte-americana CNN (essa, sim, confirmando a morte), mas, mesmo assim, mostrou mais agilidade que a própria Globo, que só colocaria seu plantão às 4h21.

O ditador estava afastado do poder e doente havia anos, mas, aparentemente, nenhuma dessas emissoras tinha à mão um bom texto de apoio sobre sua vida e obra.

O SBT rapidamente levantou imagens históricas de Fidel, mas o âncora se atrapalhou na meia hora seguinte, enquanto improvisava, sobre as imagens, um longo e picotado texto sobre o ditador.

A poderosa Globo só cravaria a morte cerca de 20 minutos depois, num plantão conjunto com a Globonews. A Band também usou dos serviços de seu canal pago Bandnews mais ou menos no mesmo horário --um rápido flash, antes de retomar o horário alugado para a Igreja Universal.

A Record, com programação da Igreja Universal, e a Recordnews, não fizeram break.

twitter - @feltrinoficial

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