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Ricardo Feltrin

Mulheres são "censoras" de filmes pornôs exibidos no canal Sexy Hot

Reprodução/Facebook
Canal erótico Sexy Hot abriu (e já fechou) vagas para interessados em fazer filmes pornô Imagem: Reprodução/Facebook
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

11/01/2017 06h02Atualizada em 11/01/2017 13h29

Das 12 pessoas diretamente responsáveis pelos filmes pornôs exibidos no canal Sexy Hot, ao menos dez são mulheres.

Elas formam uma espécie de “pelotão” de análise e controle de qualidade dos filmes candidatos a serem comprados pela Globosat, para serem exibidos no Sexy Hot – tanto para os assinantes lineares mensais como para os compradores avulsos do serviço Now.

As “meninas do Sexy Hot” – como são conhecidas no mercado adulto – são duronas.

Elas assistem a todos os filmes de cabo a rabo (sem trocadilho) e, em muitos casos, ligam de volta para os produtores reclamando de cenas exageradas.

Nesse caso, elas não hesitam em exigir que as cenas rejeitadas por elas sejam cortadas. Ou o produtor acata e tira a cena ou o filme não é comprado. Simples assim.

A cena pode ser reprovada por vários motivos: desde uma espinha muito aparente na nádega de uma atriz em posição de “quatro” a fluidos ou excrementos corporais indesejados e visíveis nesta ou naquela cena.

Sabe-se que já pediram para cortar cenas inclusive quando um dos atores ou atrizes comete um erro crasso de português. Tudo em nome da qualidade.

É curioso que essa “central de controle de qualidade” seja comandada por mulheres, uma vez que, sabe-se, a maioria do público de filmes pornôs é masculino.

Embora haja muita divulgação de que mulheres também são “grandes” consumidoras de pornografia, fontes do mercado (isentas) ouvidas por esta coluna afirmam que elas não chegam nem a 10% do público desse tipo de conteúdo.

@feltrinoficial  

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