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Ricardo Feltrin

Sexy Hot recebe 5.700 "currículos" de candidatos a atuar em filmes pornô

Divulgação
Anúncio do Sexy Hot para interessados em atuar em filmes pornôs Imagem: Divulgação
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

13/01/2017 19h14

O canal Sexy Hot (Globosat) recebeu pelo menos 5.000 e-mails de candidatos interessados em atuar como atores ou atrizes em filmes pornôs.

Desses 5.000 e-mails, cerca de 1.600 continham fotos e ensaios.

As inscrições ficaram abertas por menos de 24 horas, dada a avalanche de interessados.

"O resultado superou nossas expectativas, recebemos mais de 5.700 e-mails até a presente data, com candidatas e candidatos que aparentam potencial para a indústria", diz um e-mail disparado pela equipe do Sexy Hot às produtoras e produtores do setor adulto.

O canal agora se dispõe a enviar esses 1.600 currículos "ilustrados" para todas as produtoras interessadas.

Na verdade, o interesse do canal (leia-se Globosat) é ampliar o mercado de pornô no país, que hoje representa um faturamento milionário para o Grupo Globo e operadoras.

No entanto, atores e atrizes são a categoria que é mais mal remunerada nesse negócio. A coluna apurou que Globosat paga por volta de R$ 4.700 por cada filme, com direito a exibi-los quanto quiser por período que varia de um a quatro anos. Imaginem quanto então ganham os atores por cada obra...

Ou seja, pornografia é um ótimo negócio no Brasil, exceto para quem atua.

@feltrinoficial

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