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Ricardo Feltrin

Canal pago conjunto de SBT, Record e RedeTV terá esporte, filmes e seriados

Divulgação/Record
Silvio Santos entrevista Edir Macedo e vice-versa no "Domingo Espetacular"; empresários e parceiros na Simba Imagem: Divulgação/Record
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

16/02/2017 06h03Atualizada em 15/02/2017 19h56

O projeto de um canal pago coletivo entre SBT, Record e RedeTV!, previsto para estrear em 2018, não terá conteúdo produzido apenas por essas três emissoras.

A ideia é que o futuro canal --o primeiro pago dessas três TVs-- tenha também esportes, filmes e seriados, além de novelas e eventualmente produtos jornalísticos das casas.

A ideia da Simba, joint-venture que representa SBT, Record e RedeTV!, é comprar conteúdo de produtoras e estúdios internacionais com a devida autorização para poder exibi-los não só na TV por assinatura, mas também em dispositivos móveis e pelo sistema on-demand.

Vale lembrar que a Record e o SBT mantêm ótimas relações com grande fornecedores de conteúdo esportivo e de filmes no mundo, como o Grupo Fox, por exemplo. Outros fornecedores também deverão ser procurados, inclusive de filmes e seriados independentes.

A coluna antecipou com exclusividade nesta quarta-feira os planos das três emissoras de lançar um futuro canal pago.

Elas hoje são representadas pela Simba. Essa nova empresa está pressionando as operadoras para ser remunerada pela inclusão do sinal HD das três TVs nos pacotes vendidos a assinantes.

Como as operadoras se negam a remunerá-las, as TVs já iniciaram negociações com o Netlfix (para venda de conteúdo) e já ameaçam cortar o sinal HD das operadoras a partir de março ou abril.

Trata-se de um pesado jogo corporativo com final ainda imprevisível.

@feltrinoficial

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