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Ricardo Feltrin

Engraçado e inteligente, "late show" de Tatá Werneck poderia estar na Globo

AgNews
Tatá Werneck estreia no comando do "Lady Night", novo programa do canal Multishow (Globosat) Imagem: AgNews
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

11/04/2017 06h46Atualizada em 12/04/2017 16h30

O novo “late show” comandado por Tatá Werneck, “Lady Night”, estreou ontem no Multishow (Globosat) e tem tudo para se tornar o maior sucesso do canal este ano.

Na estreia, Tatá recebeu Bruna Marquezine e a mistura das duas foi perfeita e hilária.

Elas brincaram, riram e se divertiram como duas velhas (digo, jovens) amigas.

Sem se abalar, Bruna comentou fofocas sobre sua vida pessoal e não hesitou em responder às perguntas constrangedoras da entrevistadora – por exemplo, se colocaria o nome de Neymar em um filho.

“Nunca faria isso”, respondeu Bruna às gargalhadas.

Em outro ponto alto do primeiro episódio, as duas interpretaram uma cena de amor lésbico não correspondido (Tatá rejeitada), mas depois trocaram um “selinho reconciliador” no palco.

Além de Tatá,  a atração merece esse nome --atração-- por outras qualidades. A começar por seus quadros engraçados e criativos, sempre precedidos de uma placa que “despenca” do teto do cenário informando o que vem a seguir.

Os quadros são engraçados, inteligentes, ágeis e fazem o programa definitivamente não dever nada a nenhum de de seus similares na TV aberta, como o “The Noite” (SBT) ou “Programa do Porchat” (Record).

Pelo contrário. Porchat e Gentili poderiam ter sérios problemas caso o “Lady Night” fosse exibido na Globo ou em qualquer outro canal aberto no mesmo horário que o deles.

Mistura de ótima atriz e ótima humorista, sarcástica até a medula, Tatá faz perguntas inconvenientes sem piscar, obriga os convidados a “render” algo mais além da entrevista (esse, aliás, é um quadro), e também  entrevista pessoas sobre outros assuntos "nada a ver".

Na estreia foi um corretor de imóveis, que chegou a engolir seco diante das perguntas velozes da entrevistadora, que às vezes mais parece uma força elétrica.

Se o alto nível se mantiver nos próximos episódios, certamente vai concorrer a melhor programa de 2017 --seja da TV aberta ou fechada.

Na verdade, com exceção de alguns palavrões ocasionais, o "Lady Night" poderia estar na grade da TV Globo em horário nobre. Seria sucesso na certa.

O que: “Lady Night”
Onde: Multishow
Quando: Segunda a sexta, 22h30
Avaliação: Ótimo

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