Coluna

Ricardo Feltrin

Jornalistas que mudaram para entretenimento faturam milhões; veja cachês

Montagem/UOL
Pedro Bial, Tiago Leifert, Fátima Bernardes e Patricia Poeta são hoje estrelas milionárias da publicidade nacional Imagem: Montagem/UOL
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

22/05/2017 07h02Atualizada em 22/05/2017 07h15

O que Pedro Bial, Fátima Bernardes, Patrícia Poeta e Tiago Leifert têm em comum?

Todos são jornalistas gabaritados que decidiram trocar a reportagem ou os telejornais pelo entretenimento e todos se deram muito bem: são hoje estrelas de campanhas publicitárias que os deixaram (ainda mais) milionários.

Enquanto eram membros da Central Globo de Jornalismo, eles eram proibidos de fazer comerciais. Mas, ao migrarem para a Central Globo de Produção, um novo mundo de possibilidades financeiras se abriu a todos.

Segundo dados obtidos pela coluna, todos os globais citados acima fazem ou já fizeram campanhas publicitárias com cachês superiores a R$ 1 milhão de reais.

Pedro Bial, por exemplo, já estrelou no passado uma campanha nacional da Fiat e agora é a voz da campanha “Pra Frente”, do Bradesco, banco que também é um dos patrocinadores de seu talk-show noturno na Globo. Estima-se que tenha recebido de R$ 1,5 a R$ 2 milhões (entre cachê e participação).

Fátima Bernardes, que estrelou nos últimos três anos a campanha da Seara, agora é garota-propaganda da Rommanel, uma empresa de bijuterias finas folheadas.

Na campanha da Seara, a estimativa era que ela recebesse algo em torno de R$ 1,5 milhão a cada seis meses.

No caso da Rommanel, o ganho não é tão grande, mas deve passar do R$ 1 milhão anual, segundo publicitários ouvidos pela coluna.

A jornalista ganha um cachê pela apresentação dos produtos (como qualquer “merchan”) e certamente uma porcentagem do que a empresa está investindo no matinal “Encontro com Fátima”.

Tiago Leifert, que foi âncora do “Globo Esporte” e co-apresentador do “É de Casa”, já está em sua segunda campanha milionária: no ano passado ele já havia sido garoto-propaganda da operadora Claro, com cachê estimado em R$ 1,2 milhão.

Agora ele é o “rostinho” da campanha “Missão Digital”, uma parceria entre a Magazine Luiza e a Rede Globo. Além de prêmios em dinheiro e em produtos, alguns vencedores também terão direito de participar do “É de Casa”.

O cachê de Leifert para esse trabalho é estimado pelo mercado em R$ 700 mil.

Patrícia Poeta é outra profissional que trocou o jornalismo pelo entretenimento e também se deu bem.

Hoje ela é estrela de sua primeira grande campanha na TV, como garota-propaganda das sandálias Havaianas, com cachê também estimado acima de R$ 1,3 milhão.

Antes ela já havia feito uma propaganda para uma marca de detergente na internet.

Nenhuma agência se pronuncia sobre valores de cachês.

A conclusão óbvia: do ponto de vista financeiro vale muito a pena trocar o jornalismo pelo entretenimento. Ao menos para os jornalistas da Globo.

Veja jornalistas de outras emissoras que também migraram para o entretenimento.

@feltrinoficial

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Topo