Coluna

Ricardo Feltrin

Fui morar no Paraguai para não morrer, diz Beira-Mar em entrevista à Record

Divulgação/Record
Traficante Fernandinho Beira-Mar reclamou das condições carcerárias em entrevista à Record Imagem: Divulgação/Record
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

07/06/2017 07h02Atualizada em 07/06/2017 12h26

O Jornal da Record exibe na noite desta quarta-feira uma entrevista exclusiva com Fernandinho Beira-Mar, o mais famoso traficante brasileiro de drogas e armas.

Na entrevista, feita no presídio federal de Rondônia, Luiz Fernando da Costa, 49 anos, o Beira-Mar, reclamou das condições do sistema carcerário.

“Você pode até suportar. Agora, o cara que se adapta a um negócio desse aqui [a prisão] ou é maluco, ou está muito bem medicado; ou tem problema de voltar ao seu Estado. Ninguém se adapta a esse troço aqui”, disse na entrevista ao “Jornal da Record”. 

Ele afirma que decidiu fugir para o Paraguai porque temia ser morto pela polícia brasileira.

“A minha opção pelo Paraguai foi para não morrer, porque, no momento, eu era o alvo número um”, diz.

A entrevista com Beira-Mar é a terceira da série especial “Atrás das Grades”, que aponta a situação atual dos presídios nacionais. A série, com cinco episódios, termina na sexta-feira.

150 ANOS DE CADEIA

Fernandinho Beira-Mar tem cerca de 150 anos em condenação pelos mais diversos crimes --do tráfico até assassinato. Mas dificilmente, de acordo com a legislação, passará mais de 30 anos preso.

Nascido em Duque de Caxias (RJ), teria começado no crime aos 13 anos, Aos 20, foi preso acusado de roubar armamento do Exército e revendê-lo para traficantes cariocas.

Quando morava no Paraguai, já era um dos maiores traficantes de drogas e armas da América do Sul.

@feltrinoficial

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Topo