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Ricardo Feltrin

Trilogia sobre Edir Macedo terá 7.000 figurantes e deve citar a TV Globo

Divulgação
Bispo Edir Macedo e o ator mirim Enzo Barone, que fará o papel do religioso em sua infância, no cinema Imagem: Divulgação
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

16/06/2017 12h38Atualizada em 16/06/2017 12h38

O primeiro filme da trilogia que contará a saga do líder religioso Edir Macedo, da Igreja Universal, deve estrear entre fevereiro e março de 2018 e será uma superprodução.

Ao menos 7.000 figurantes estão participando das gravações, que já ocorrem em várias cidades brasileiras e países como Israel.

Com Petrônio Gontijo no papel de Macedo, os filmes são baseados nos livros biográficos escritos pelo jornalista e vice-presidente de Jornalismo da Record, Douglas Tavolaro.

Conforme esta coluna antecipou no ano passado, os produtores não pretendem usar leis de incentivo. Cada filme está orçado entre R$ 10 milhões e 16 milhões.

A imensa quantidade de figurantes está sendo usada em momentos-chave da vida de Macedo, 72 anos, como o antológico encontro de fiéis que ocorreu no estádio do Maracanã no final dos anos 90, e que atraiu cerca de 170 mil pessoas.

Embora ainda não seja confirmado, um dos filmes também deve abordar a denominada “perseguição” da TV Globo ao líder da Universal nos anos 90 e 2000, quando a emissora carioca produziu reportagens-denúncia contra Macedo e sua igreja.

Os livros sobre o líder evangélico viraram fenômeno de vendas, o que chamou a atenção inclusive de veículos internacionais como “The New York Times”, CNN, ABC e “Newsweek”.

O primeiro foi lançado em 2012.

@feltrinoficial

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