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Ricardo Feltrin

Apocalipse: Núcleo evangélico simbolizará voz de Deus; católicos são o mal

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Fumaça negra que representa o "demo" e as forças do Mal em "Apocalipse" Imagem: Reprodução/Record
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

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27/11/2017 13h05Atualizada em 29/11/2017 09h07

Já em sua primeira semana no ar, a novela “Apocalipse”, da Record apontou  o anti-Cristo e o mal --ambos--, como tendo origem no seio da igreja e da família católica.

A simpatia e o dinheiro da poderosa família Montana são alvo da cobiça da cúpula do Vaticano, que não hesita em encontrar meios amorais para manter o sobrenome como apoiador e eventual doador da igreja.

Sobrenome, aliás, que também dará origem ao demônio encarnado que está em gestação na barriga de Débora: o pai da criança (Adriano Montana, interpretado por Eduardo Lago) tem parte com o “demo”.

Já a mãe e judia Débora, porém, não tem nada a ver com isso. É uma infeliz que caiu na lábia do cramulhão ricaço e “embuchou”, como se diria na década de 70.

Nos próximos dias, porém, surgirá o contraponto. Em tese, o bem surgirá para enfrentar o mal na novela.

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