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"Malhação - Vidas Brasileiras" tem pior resultado dos últimos 18 anos

Reprodução/TV Globo
Professora Gabriela (Camila Morgado) ensina sobre fascismo a alunos em "Malhação - Vidas Brasileiras" Imagem: Reprodução/TV Globo
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

27/11/2018 14h40

Considerada uma espécie de "celeiro" de atores para a as novelas principais da Globo, o seriado "Malhação - Vidas Brasileiras" atravessa seu pior momento em quase 20 anos.

Desde 2000 o programa não registra uma participação tão pequena no universo de TVs ligadas em São Paulo, principal mercado da publicidade: 28,2%.

Ou seja, de cada 100 TVs ligadas, 28 sintonizam "Malhação". Para efeitos de comparação, 10 anos atrás esse índice era de 41,9%; em 2004 chegou a ser de 58,6%.

Isso quer dizer que em 2004 quase 60% das TVs ligadas em São Paulo estavam sintonizadas na novela teen da Globo. O share é uma das medições feitas pela Kantar Ibope Media.

Para muitos anunciantes e agências, sua importância é maior que o índice de ibope em pontos. Isso porque o share mostra o alcance de um determinado programa, o tamanho de seu público cativo.

Em pontos, na Grande São Paulo, "Malhação - Vidas Brasileiras" está com 16,6 pontos (cada ponto equivale a cerca de 72 mil domicílios). É menos que a temporada 2017 (20,6 pontos) e 2016 (18,5 pontos).

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