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Ricardo Feltrin

Público infantil do "Encrenca", de 4 a 11 anos, cresce 44% em 2018

Divulgação/RedeTV!
Integrantes do "Encrenca" comemoram sucesso do programa, hoje a maior audiência da RedeTV Imagem: Divulgação/RedeTV!
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

02/12/2018 06h30

Para um programa que nasceu com o objetivo de competir com o "Pânico na Band", o dominical "Encrenca", da RedeTV, está se saindo bem melhor do que o esperado.

Com uma estrutura muito mais barata, não só derrotou o rival (já extinto), como fatura mais e atrai um público muito mais variado. O "Pânico" era considerado um "programa de molecada". Já o "Encrenca" tem atraído todas as faixas etárias.

Inclusive uma das mais valiosas e esquecidas pela TV aberta: a criançada.

Dados consolidados da Kantar Ibope (obtidos pela coluna por terceiros) mostram que a molecada de 4 a 11 anos já representa 15% do público total do humorístico da RedeTV --e isso em todas as classes sociais.

Desde janeiro deste ano, a porcentagem de "mini" telespectadores do programa de Tatola, Dennys, Angelo e Ricardinho  já cresceu 44%.

A participação ativa de crianças e famílias inteiras pode ser vista não só nas mensagens enviadas ao próprio programa como também em suas redes sociais, e a de seus integrantes.

O "Encrenca" fechou o mês de outubro com 6,4 pontos na Grande São Paulo (cada ponto equivale a cerca de 72 mil domicílios sintonizados).

Chega a dar 7 vezes mais audiência que a Band em seu horário.

O programa foi uma aposta pessoal do vice-presidente da RedeTV, Marcelo de Carvalho, após a ida do "Pânico" para a Band.

O "pai" da criança foi o diretor Ricardo de Barros, um dos fundadores do "Pânico" e hoje também superintendente artístico da RedeTV.

Desde 2014, quando estreou, o programa mais que quintuplicou sua audiência.

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