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Receita e ABTA destroem 100 mil aparelhos de TV pirata em Foz do Iguaçu

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Funcionário da alfândega em Foz de Iguaçu inutiliza aparelhos de pirataria de TV Imagem: Divulgação
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

18/12/2018 10h08

Funcionários da Receita Federal em Foz do Iguaçu chegaram na semana passada à marca de 100 mil decodificadores de TV pirata destruídos desde 2017.
 
Os equipamentos foram apreendidos quando criminosos tentavam passá-los pela alfândega local.
 
O valor total dos aparelhos destruídos passa de R$ 40 milhões.
 
Desde 2015 a ABTA (Associação Brasileira de TVs por Assinatura) e a Receita mantêm acordo de informações mútuas e colaboração para apreensão e inutilização desses aparelhos.
 
As últimas estimativas da ABTA apontam que há cerca de 3 milhões de residências no Brasil com TV por assinatura clandestina.
  
Isso representa quase 18% dos assinantes legalizados.
 
A estimativa é que a pirataria cause um prejuízo anual de R$ 550 milhões só em impostos não coletados. 
 
"Além disso, a pirataria de TV por assinatura coloca em risco a segurança de milhões de brasileiros, uma vez que os equipamentos clandestinos conectados às redes domésticas de internet podem acessar e roubar dados pessoais", alerta Oscar Simões, presidente da ABTA.
 
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