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Ricardo Feltrin


Annenberg, Glória Maria e até Bonner terão novos contratos na Globo

William Bonner e Renata Vasconcelos na bancada do "Jornal Nacional" - Divulgação/TV Globo
William Bonner e Renata Vasconcelos na bancada do "Jornal Nacional" Imagem: Divulgação/TV Globo
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

15/12/2019 05h49

Resumo da notícia

  • Globo vai acabar com contratos de Pessoa Jurídica no jornalismo
  • Medida foi tomada para evitar pagar indenizações futuras
  • Alguns 'medalhões' da casa, no entanto, não gostaram da medida

Nem as maiores estrelas do jornalismo da Globo escaparão às novas determinações internas que preveem no médio e longo prazo o fim de todos os contratos via PJ (Pessoa Jurídica).

Quase todo o jornalismo da Globo nos últimos anos trabalhou por meio de regime PJ, mas a ordem é acabar com isso.

Ao final de seus contratos em vigor, todos os profissionais da emissora deverão optar pelo regime de contratação em carteira de trabalho (CLT).

Para mostrar que a decisão é irrevogável, mesmo as maiores estrelas do jornalismo global terão de migrar de contrato. A saber: William Bonner, Renata Vasconcellos, Sandra Annenberg e Glória Maria, entre outros.

Até o momento a mudança de opção contratante vem sendo bem aceita pela maioria dos jornalistas da casa, mas também há casos de insatisfação evidente.

Alguns jornalistas, como Tino Marcos, optaram em não assinar carteira e decidiram passar a prestar serviço como "freelancer".

Ou seja, a partir de agora Tino será contratado "por obra", como a Globo usa —e não pretende mudar— na dramaturgia.

A diferença é que, em vez de participar de séries ou novelas, Tino vai fazer matérias especiais e pode até eventualmente trabalhar numa só cobertura específica pela Globo.

Na área de shows há três contratos que terminam entre 2020 e 2022: Zeca Camargo, Angélica e Patrícia Poeta.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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