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Vídeo: Após 4 meses, publicidade retorna e salva TV aberta

Ligia Mendes, apresentadora do "Tricotando" (RedeTV) e uma das campeãs nacionais de "merchans" - Divulgação
Ligia Mendes, apresentadora do "Tricotando" (RedeTV) e uma das campeãs nacionais de "merchans" Imagem: Divulgação
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

28/07/2020 13h05

Foram quatro meses de penúria e muitas dificuldades para a TV aberta brasileira.

Assim como os demais setores da economia —e da comunicação—, a pandemia de coronavírus afundou o faturamento publicitário das emissoras de 30% até 70%.

Anunciantes suspenderam comerciais. A exibição de "merchans" dentro de alguns programas desabou. Para resistir muitas TVs demitiram equipes inteiras, acabaram com atrações ou reduziram salários de funcionários celetistas e de colaboradores (PJs).

Porém, tudo indica que o pior já passou. Esse é o assunto da coluna este semana, em vídeo, no canal do UOL no YouTube.

Fontes dentro das emissoras, ouvidas nos últimos dias, relatam —com alívio— que hoje o volume de anúncios, se ainda não iguala o período pré-pandemia, ao menos está bem próximo: cerca de 90%.

A boa notícia já repercute principalmente junto a funcionários que tiveram seus salários reduzidos nos últimos meses e produções de programas que estão suspensos.

Porém nem tudo ainda está voltando ao normal. Ainda é cedo para que programas de apresentadores mais idosos, como Raul Gil, Carlos Alberto de Nóbrega e Silvio Santos voltem a gravar.

O maior risco é nesses programas são as plateias, que podem se tornar focos potenciais de transmissão do coronavírus.

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