Carolina Oliveira relembra o começo da carreira: "Nunca quis ser atriz"
No ar na pele da rebelde Natasha na novela “I Love Paraisópolis”, Carolina Oliveira não sonhava em ser atriz. Dez anos após estrear na televisão em “Hoje é Dia de Maria”, clássica minissérie que lhe rendeu uma indicação ao Emmy Internacional, a jovem atriz, 20 anos, contou que acabou se tornando uma artista por acaso.
“Foi coisa do destino, eu nunca quis ser atriz. Eu queria ir para a escola e brincar na rua, não pensava em atuar. Mas um dia não sei o que deu na minha cabeça que falei pra minha mãe me levar em uma agência para fazer um ensaio fotográfico. Só que para fazer o ensaio, fui obrigada a fazer um curso de modelo antes. Então meu pai passou as férias inteiras dele me levando para fazer o curso. Depois do ensaio, começaram a me chamar para fazer testes”, contou a atriz em entrevista ao “Programa do Jô” desta terça-feira (3).
Carolina falou também sobre o pequeno susto que teve no último fim de semana, quando precisou se submeter às pressas a uma cirurgia de apendicite.
“Eu nunca vou ao médico porque eu não gosto, mas no sábado eu senti dor e resolvi ir ao hospital. Ao fazer os exames, me falaram que estava com apendicite. A operação foi tranquila, estou me recuperando. Tive sorte porque estava no começo”, disse a atriz.
Além de “I Love Paraisópolis”, Carolina Oliveira já participou de novelas como “Páginas da Vida” (2006), "Caminho das Índias" (2009) e "Ti-Ti-Ti" (2010).
4 Comentários
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Uma provocação aos baba ovo e aos celenterados que curtem artistas e novelas: As "Personalidades" e os "famosos" que dançam e fazem o que fazem, ganham o que ganham por causa do povão desambicionado e carente de lazer. Neste país, os simbióticos aparecem fazendo dancinhas que qualquer cão bem treinado faz melhor e dá de dez, como já pudemos ver na mídia. Eu mesmo, aos 63 anos, faço esses "maviosos" movimentos que tanto elas quanto eles fazem, embora eu não tenha aqueles lindos corpos, a idade e a exposição midiática, porque optei por trabalhar honestamente já que nasci pobre e desprotegido como a maioria do povão. Se eu tivesse a chance, assim como milhões de brasileiros que vivem à margem da sociedade, essas pessoas estariam pedindo ajuda nos semáforos. Me conformo em saber que eles só sabem fazer o que se manda.., quando bem treinados!
Somente rindo muito. Para aparecer esse pessoal faz e fala cada coisa.