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"Império" e "Doce de Mãe" vencem Emmy Internacional

Do UOL, em São Paulo

24/11/2015 00h41Atualizada em 24/11/2015 10h19

Duas produções brasileiras foram premiadas no 43º Emmy Internacional, considerado o Oscar da TV mundial, nesta segunda-feira (23), no hotel Hilton, em Nova York, Estados Unidos.

Produção da Globo, "Império", de 2014, que trouxe Alexandre Nero como o protagonista José Alfredo, o Comendador, foi indicada na categoria de telenovela e levou o prêmio.

A série "Doce de Mãe", também da Globo, levou o prêmio de melhor comédia. Indicada na categoria melhor atriz por seu papel de Dona Picucha na trama premiada, Fernanda Montenegro perdeu o troféu para a norueguesa Anneke von der Lippe.

Na manhã desta terça, Nero comemorou a vitória no Instagram: "O Emmy 2015 é nosso! Viva Império! Muito orgulhoso de tudo e de todos!", escreveu o agora protagonista de "A Regra do Jogo". Autor da trama, Aguinaldo Silva também se manifestou no Twitter: "O Emmy veio para Império e assim premiou o esforço de todos os que trabalharam na novela. Parabéns, companheiros"

O Twitter oficial do Emmy Internacional cometeu um erro ao anunciar a série "Psi", exibida pela HBO, como a melhor série dramática. Minutos depois do anúncio, eles se corrigiram e anunciaram a série francesa "Engrenages" como vencedora da categoria.

Vitórias passadas
O Brasil levou o Emmy de melhor novela nos últimos dois anos. Em 2014, a premiada foi "Joia Rara", de Duca Rachid e Thelma Guedes. Já em 2013 a vitória foi de "Lado a Lado", de autoria de Claudia Lage e João Ximenes Braga.

No ano anterior, a série "A Mulher Invisível" foi eleita o melhor programa de comédia, enquanto "O Astro" ganhou como a melhor novela.

Veja a lista de todos os vencedores:

MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA

"Engrenages" (França)
"MOZU 1ª Temporada – Night cry of the MOZU" (Japão)
"My mad fat diary" (Reino Unido)
Tiger Aspect Productions/Drama Republic
"Psi" (Brasil)

MELHOR PROGRAMA DE ARTE

"Buenaventura No Me Dejes Mas" (Colômbia)
"Illustre & Inconnu: Comment Jacques Jaujard a Sauvé le Louvre" (França)
"Messiah at the Foundling Hospital" (Reino Unido)
"Trial of Chunhyyang – A girl prosecuted by feudalism" (Coreia do Sul)

MELHOR ATOR

Engin Akyurek, por "Kara Para Ask" (Turquia)
Emilio de Mello, por "Psi" (Brasil)
Maarten Heijmans, por "Ramses" (Holanda)
Rafe Spall, por "Black Mirror White Christmas" (Reino Unido)

MELHOR PROGRAMA DE HORÁRIO NOBRE EM LÍNGUA ESTRANGEIRA

"Arrepentidos U.S. – El infierno de Montoya" (Estados Unidos)
"El mejor de los peores" (Estados Unidos)
"Narco Tec" (Estados Unidos)
"La voz kids" (Estados Unidos)

MELHOR ATRIZ

Anneke von der Lippe, por "Øyevitne" (Noruega)
Fernanda Montenegro, por "Doce de mãe" (Brasil)
Sheridan Smith, por "Cilla" (Reino Unido)

MELHOR DOCUMENTÁRIO

"Africa's wild west – Stallions of the Namib desert" (Áustria)
"Antes de que nos olviden" (México)
"Growing up down's" (Reino Unido)
"Miners shot down" (África do Sul)

MELHOR PROGRAMA SEM ROTEIRO PRÉ-DEFINIDO

"50 ways to kiill your mammy" (Reino Unido)
"Barones de la cerveza" (Argentina)
"Flying Doctors" (Bélgica)
"Master Shef África do Sul" (África do Sul)

MELHOR NOVELA

"Ciega a citas" (Espanha)
"Império" (Brasil)
"Jikulumessu" (Angola)
"Mulheres" (Portugal)

MELHOR COMÉDIA

"Doce de mãe" (Brasil)
"Fais Pas Ci, Fais Pas Ca" (França)
"Familia en Venta" (Colômbia)
"Puppet Nation ZA" (África do Sul)
"Sensitive skin" (Canadá)

MELHOR FILME PARA TV/MINISSÉRIE

"La celebración" (Argentina)
"Common" 
"Soldat Blanc" (França)
"Storytelling of Hostages" (Japão)
 

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