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Série "UnREAL" mostra sensacionalismo e manipulação em reality da ficção

Do UOL, no Rio

28/03/2016 07h00

Você já viu esse reality show antes: um grupo de mulheres bonitas disputa o coração de um rapaz tão bonito quanto em frente a câmeras de TV. O que programas como "The Bachelor" e afins apresentam como entretenimento inocente a série "UnREAL" desconstrói em forma de armações, disputas internas, sensacionalismo e decisões nada éticas. A atração, que estreia no canal Lifetime nesta segunda-feira (28), às 23h30, gira em torno dos bafos do reality ficcional "Everlasting", que tem até uma modelo brasileira brigando pela atenção de Adam (Freddie Stroma).

Cocriada por Marti Noxon (roteirista de "Mad Men", "Glee", "Buffy", "Grey´s Anatomy") e Sarah Gerttude Shapiro (produtora do reality "The Bachelor" durante seis anos), a série mostra o retorno da produtora Rachel Goldberg (Shiri Appleby) ao programa depois de uma saída conturbada no ano anterior. Ela cede à chantagem de sua chefe, Quinn King (Constance Zimmer), mais interessada no talento da pupila para o espetáculo do que em seus métodos questionáveis de competição.

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Participantes do reality show "Everlasting" disputam o coração de Adam (Freddie Stroma) na série "UnREAL" Imagem: Divulgação

Como cada produtor tem suas próprias candidatas no reality, a disputa entre eles estimula a competição também nos bastidores. Em 10 episódios, não faltam escândalos, terror psicológico, segredos jogados no ventilador e até uma tragédia na história.

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Rachel (Shiri Appleby) e Quinn (Constance Zimmer): disputas internas agitam os bastidores do programa Imagem: Divulgação

Segundo Shiri Appleby, produtores desses programas são levados a criarem algumas táticas para movimentar o show. "Os reality shows existem há tanto tempo, e o público tem tanta expectativa, que é muito importante para os produtores criarem situações, criarem dramas que preencham uma história que dure um episódio e uma temporada inteira, dez temporadas", diz ela, que reconhece o caráter manipulador de Rachel.

A cocriadora da atração Sarah Gerttude Shapiro, também diretora do curta "Sequiz Raze", que inspirou a série, comenta que o programa mostra um dilema moral. "Cada etapa se compõe de um desafio a cada pessoa e de constantes decisões. Há um diabo sobre teu ombro que insiste para que você vá pelo caminho errado. É um mundo cheio de anseios: ou é o amor ou é o sucesso ou o amor por meio do sucesso", diz.

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