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Irmão de Escobar pede à Netflix revisão de "Narcos" e divisão dos lucros

Divulgação/Netflix
Wagner Moura é Pablo Escobar em "Narcos" Imagem: Divulgação/Netflix

Do UOL, em São Paulo*

06/07/2016 14h00

Roberto Escobar, o irmão do traficante de drogas colombiano Pablo Escobar, pediu nesta terça-feira (5) à Netflix para que possa revisar a segunda temporada da série "Narcos" antes de ser distribuída digitalmente pela plataforma e ter uma participação nos lucros da série. 

Através de um comunicado da Escobar Inc., companhia que foi criada em 2015 para gerenciar os direitos de Pablo Escobar, o irmão biológico do traficante morto em 1993 afirmou que sua solicitação para revisar os novos capítulos de "Narcos" é "formal e amistosa".

"(A série) descreve a minha pessoa, a minha vida, a minha família e meu irmão. Acho que ninguém mais no mundo está vivo para determinar a veracidade dos materiais exceto eu", comentou.

Reprodução/TMZ
TMZ divulga carta enviada por Roberto Escobar, irmão de Pablo Escobar, à Netflix Imagem: Reprodução/TMZ

Roberto enviou uma carta diretamente à Netflix, onde afirma que a primeira temporada da série teve "erros, mentiras e discrepâncias em relação ao que aconteceu na vida real" e que o irmão Pablo não gostaria dela. O documento foi divulgado nesta quarta pelo site TMZ. 

A série "Narcos" é desenvolvida ao redor da figura de Pablo Escobar, interpretado por Wagner Moura, com as causas e efeitos da globalização do consumo da cocaína. A segunda temporada estreia no dia 2 de setembro

O diretor-executivo da Escobar Inc., Olof K. Gustafsson, garantiu que sua empresa tentou entrar em contato com a Netflix antes do lançamento da primeira temporada da série, mas afirmou que não obteve resposta.

"Acredito que é importante que reconheçam os desejos de Roberto Escobar de revisar a série para garantir à família e aos espectadores um retrato rigoroso de Pablo e Roberto Escobar", acrescentou.

Lucros

A revisão, porém, não foi o único pedido de Roberto Escobar à Netflix. Na carta divulgada pelo TMZ, ele "aconselha" a empresa a não vender mercadorias baseadas na série e pede que os possíveis lucros advindos da produção sejam divididos com ele. 

"Espero que vocês não estejam lucrando com a minha série e, caso estejam, peço que dividam os lucros conosco. Posso estar errado, mas não acredito que vocês podem lucrar em cima do meu nome, do nome do meu irmão, do nome da nossa família e da nossa imagem, a menos que vocês paguem e recebam nossa aprovação". 

*Com informações da agência AFP

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