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Médico de Michael Jackson diz que cantor falava em se casar com Emma Watson

Efe
Médico de Michael Jackson, Conrad Murray vai lançar livro com polêmicas sobre o cantor Imagem: Efe

Do UOL, em São Paulo

17/07/2016 11h04

Michael Jackson tinha planos de se casar com a atriz Emma Watson, então com 11 anos quando estrelou seu primeiro filme da franquia Harry Potter. A afirmação é do médico Conrad Murray, acusado pela morte do cantor.

O médico, segundo o jornal britânico "Daily Mail", diz no livro "This Is It", ainda sem previsão de lançamento, que a vontade de Michael era se casar com Harriet Lester, filha do ator britânico Mark Lester de quem o cantor era amigo. Mas logo a atriz mirim de Harry Potter se tornou a segunda opção.

"Michael se apaixonou por Harriet quando ela tinha ainda 5 anos de idade. Então, quando fez 12, ele começou a ficar mais fixado nela", afirmou Murray ao "The Mirror".

O médico afirma que Jackson queria que ele fosse ao encontro de Lester para discutir a ideia de casamento enquanto o pop star estava em Londres preparando-se para os shows da turnê This is It. O ator, que ficou famoso como criança prodígio no filme musical "Oliver!" (1968), se negou a comentar as declarações de Murray.

Mas foi por Emma Watson que ele teria se encantado posteriormente. Segundo Murray, o cantor ficou animado com a atriz após vê-la no filme do bruxinho. O cantor, diz o médico, era tão fascinado que tinha um recorte de papelão de Watson em sua casa em Los Angeles. 

Michael se fantasiava para ficar com prostitutas, diz médico
As afirmações polêmicas do médico, no entanto, não param por aí. De acordo com ele, Michael Jackson costumava se vestir de palhaço e usava máscaras cirúrgicas para que pudesse brincar com garotas de programa e assim não fosse reconhecido.

Murray ainda diz que o cantor falava com sotaque árabe a fim de que não tivesse sua identidade descoberta. Ele contou um episódio em que Jackson queria ir a um clube de strip, mas o médico o convenceu a ir para um hotel e lá recebesse suas acompanhantes. Assim, não correria o risco de ser fotografado por paparazzi.

Os dois foram ao Gold Coast Hotel, em Las Vegas, onde o médico arranjou as prostitutas que deveriam ser enviadas a Jackson. No livro, Murray lembra que o cantor dizia que as duas garotas de programa eram extremamente magras, exóticas e mestiças. 

O jornal afirma ainda que as histórias do livro vão surpreender milhões de fã do cantor, morto em 2009, aos 50 anos, após uma overdose de medicamentos. Questionado se considerava Michael uma ameaça para as crianças, Conrad Murray se recusou a responder. "Você deve ler o livro e tomar essas decisões por si mesmo. O livro responde a todas essas perguntas".
 
Murray era e amigo e médico particular de Jackson por mais de três anos. Ele cumpriu dois anos de prisão pela pena de quatro anos, em 2011, por homicídio. O médico insiste que seu novo livro é um relato verdadeiro dos últimos três anos da vida de Jackson e que foi redigido a pedido do astro do pop.

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