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Cascadura vira dublê do Méier na quarta temporada de "Vai que Cola"

Giselle de Almeida

Do UOL, no Rio

23/07/2016 09h39

"Vai que Cola" vai ter um pezinho em Cascadura na quarta temporada, que estreia em outubro. O outro bairro do subúrbio carioca serve de "dublê" para o Méier, estrela da série, na gravação do grande evento do episódio de estreia: o casamento de dona Jô (Catarina Abdalla) e Brito (Oscar Magrini).

Cerca de 70 figurantes e cinco músicos se juntaram aos nove atores e à equipe de aproximadamente 90 pessoas para as cenas, que o UOL acompanhou no início de julho. Do lado de fora da Capela Nossa Senhora das Dores, alguns fãs esperavam ansiosos por uma selfie com os artistas. Bastante assediados, Cacau Protásio e Paulo Gustavo fizeram a festa da galera nos intervalos.

"O casamento é num bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, e a gente precisava encontrar um lugar que contemplasse o clima do programa. É uma igreja pequena, tem delicadeza por não ser ostensiva, não precisou de grandes interferências", explica o diretor César Rodrigues. 

O dia começou cedo, por volta das 6h30, com preparação de cabelo, maquiagem e figurino. Às 10h, os recém-casados eram recepcionados com arroz na porta da capela, mas o trabalho estava longe de acabar. Em seguida, vieram cenas no interior da igreja, como a sequência em que Terezinha (Cacau) e o malandro Sanhaço (Babu Santana, em participação especial) conversam sobre a herança deixada por Tiziu e dão a entender que vai rolar pegação ali mesmo.

Guto Costa/Divulgação Multishow
Marcus Majella, Cacau Protásio, Fiorella Matheis, Catarina Abdalla, Paulo Gustavo e Oscar Magrini na gravação Imagem: Guto Costa/Divulgação Multishow

"Ela tem fogo à flor da pele, qualquer lugar é lugar para ela. Acredito que vai rolar uma coisinha à toa", brinca a atriz, animada com a possibilidade de um episódio com uma dinâmica diferente, com externas, em vez do tradicional teatro. "Acho maravilhoso. Geralmente a gente chega ao estúdio às 9h da manhã e sai às 23h, e fica o tempo todo dentro de um caixote. Aqui a gente vê gente, olha o céu", afirma.

Já Babu se decepcionou com um detalhe. "Rolou uma pequena frustraçãozinha, estava esperando plateia", comenta, aos risos.

Em seguida, César e o diretor João Fonseca, coordenam as cenas dos padrinhos no altar. É nessa hora que o elenco aproveita para fazer fotos e aparições no Snapchat. Cacau faz graça com Fiorella Matheis por conta do ousado figurino de Velna, decotado e completamente transparente: "Vê se não ia ser expulsa da igreja!".

Tema de "Dirty Dancing" embala casamento

Depois da pausa para o almoço, a gravação ganha trilha sonora - a música "(I've Had) The Time of My Life", tema do filme "Dirty Dancing". Os diretores pedem à figuração que se movimentem no ritmo da canção, quase dançando, enquanto a assistente de direção faz a vez da noiva caminhando em direção ao altar, numa sequência de muitos ensaios. 

"Gravar um casamento é intenso. Tem muita gente, temos a necessidades de fazer vários planos, tem a questão da continuidade. Precisamos chegar muito pontos porque não dá para parar. Uma gravação externa precisa de mais controle. No programa, a gente usa oito câmeras e solta as feras, deixa que eles se divirtam. Aqui é preciso ficar atento para não perder nada", diz César.

Guto Costa/Divulgação Multishow
Os diretores César Rodrigues e João Fonseca ensaiam Paulo Gustavo, Catarina Abdalla e Oscar Magrini no altar Imagem: Guto Costa/Divulgação Multishow

Com o vestido destruído acidentalmente por Jéssica (Samantha Schmütz), Jô ganha socorro de Ferdinando (Marcus Majella) para improvisar um figurino de última hora e acaba se casando vestida de baiana.

"Acho que vou lançar moda", brinca Catarina, que nunca se casou na vida real. "Na ficção já casei duas vezes, a primeira vez com Paulo José, na minha juventude. E agora, com Oscar Magrini. Então estou bem de casamentos", diz ela, rindo.

Magrini, estreando como personagem fixo no humorístico, depois de uma participação em um episódio e no filme, anuncia que está chegando "chiquérrimo" na série. "Ator tem que passar esse nervosismo do noivo. Quem está vendo em casa tem que sentir que é vibrante, que é de verdade", conta.

Na trama, Valdomiro (Paulo Gustavo) assume o lugar do padre depois de embebedar o verdadeiro sacerdote, vivido por Eliezer Motta. Nos bastidores, o comediante, que concilia as gravações do "Vai que Cola" com as de "220 Volts", é um dos mais animados. "Danço, faço um monte de palhaçada o tempo inteiro, se não eu durmo. Se eu não ficar agitado, deito num canto e durmo de tanto que eu trabalho", explica.

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