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Ex-"BBB1" Cris Mota vira empresária e investe R$ 200 mil em hamburgueria

Divulgação
Cris Mota posa na obra de sua loja em Jacarepaguá Imagem: Divulgação

Felipe Abílio

Do UOL, em São Paulo

15/08/2016 07h00

De salto alto, calça jeans, maquiagem e capacete de segurança, a publicitária – e agora empresária – Cris Mota observa ansiosa a construção de um de seus dois restaurantes, no bairro de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Quatorze anos depois, a loira desbocada, funkeira e melhor amiga de Leka da primeira edição do “Big Brother Brasil” investiu mais de R$ 200 mil em uma franquia de uma hamburgueria.

“Quando eu sai da casa do 'BBB', fiquei um tempo trabalhando em algumas coisas, fiz um programa de rádio com a Furacão 2000, trabalhei na Band, fiz presenças vips, naquela época como era novidade então o cachê era bom, não ganhei tanto dinheiro porque não posei pelada, mas deu para guardar um pouquinho. Depois de um tempo, voltei ao mercado publicitário, onde fiquei 10 anos gerenciando contas grandes, fiz meu pé de meia e hoje estou aqui, abrindo meu negócio”, contou ao UOL a nova empresária, hoje com 41 anos.

Arquivo Pessoal
Cris e um dos seus 14 tipos de hambúrgueres Imagem: Arquivo Pessoal
A vontade de ter um negócio próprio apareceu após seu marido montar um hotel para motoqueiros dentro de um ônibus. “Meu marido criou esse hotel para motoqueiros e eu criei um bar para vender chope e hambúrguer para eles, a partir daíi me despertou essa vontade de crescer. A franquia que eu estou abrindo tem alguns food trucks no Rio, eu era viciada porque são 14 tipos de hambúrgueres artesanais. O dono dessa franquia é um amigo de infância, estava tão viciada que ia lá todo dia comer. Um belo dia ele perguntou se eu não queria virar sócia investidora do negócio dele”.

Cris contou que além de gostar muito da comida, adorou a ideia da franquia já que tanto o nome e o estilo têm bastante a ver com a sua personalidade. “O nome é Patifaria, que é a minha cara, inclusive (risos), e é uma coisa meio gangster, os funcionários usam um chapeuzinho de máfia, são caracterizados assim”, disse ela, que também vai abrir uma loja dentro da Casa de Cultura João Nogueira.

Arquivo Pessoal
Ao lado de Leka e Estela, participantes do BBB1 Imagem: Arquivo Pessoal
Além de investir o dinheiro que poupou, da época do “Big Brother” sobrou apenas saudade, alguns amigos e um pouquinho da popularidade.

“Mudei muito fisicamente. Estou bem diferente, então não é todo mundo que me reconhece. Mas sou amiga do André Gabeh, a gente se fala sempre. Ele usa as redes sociais dele para me ajudar na divulgação, e isso é bacana. Quando vejo o programa, lembro que naquele tempo era diferente. Hoje a pessoa entra na casa sabendo o que vai acontecer com ela, a popularidade, o contrato... tenho saudade da ingenuidade que existia naquele primeiro programa. Hoje é muito punk”, analisa.

 

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