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Em "A Terra Prometida", batalha de Jericó teve 300 figurantes e 50 cavalos

Do UOL, no Rio

11/10/2016 13h27

Rodadas na cidade cenográfica de "A Terra Prometida", em Vargem Grande, Rio de Janeiro, e no interior do estado, as sequências da queda das Muralhas de Jericó mobilizaram uma grande equipe. Comandadas pelo diretor Alexandre Avancini, as cenas da batalha do povo hebreu em busca da terra prometida de Canaã envolveram dezenas de atores, mais de 50 cavalos e uma média de 200 a 300 figurantes por dia de gravação.

A equipe ainda utilizou painéis de chroma key para inserir imagens captadas em gravações feitas na África e em Israel. O resultado vai ao ar a partir do dia 17 de outubro.

"Cada vez que gravamos estas cenas nós praticamente tínhamos que parar todas as outras frentes de gravação pois praticamente todo o núcleo hebreu está na cena. Isso também foi um grande desafio para toda nossa equipe de produção", afirmou o diretor.

Munir Chatack/ Record
Sob o comando do líder Josué (Sidney Sampaio), o povo hebreu conquista a cidade de Jericó em "A Terra Prometida" Imagem: Munir Chatack/ Record

Na trama, as gigantescas muralhas que cercam o reino de Jericó desmoronam diante do exército de Israel, por intervenção divina. Sob a liderança de Josué (Sidney Sampaio), os guerreiros conquistam a cidade, tomam o palácio de Marek (Igor Rickli) e Kalesi (Juliana Silveira) e avançam na busca do território sagrado prometido por Deus.

"Esta cena começou a ser gravada no começo do ano pois uma parte já foi ao ar no primeiro capítulo quando mostramos o início da queda, as muralhas começando a rachar. Agora mostramos toda a sequência da muralha caindo e o que vem a seguir, que é a completa destruição do reino de Jericó. Após a queda das muralhas, Josué e os hebreus invadem a cidade, matam o rei e a rainha, uma série de personagens morrem", afirma.

Segundo o diretor, as cenas de ação tiveram algumas particularidades em relação a outras já mostradas em tramas bíblicas da emissora. "Desta vez o Exército de Israel é um exército montado a cavalo, nós não tínhamos isto em 'Os Dez Mandamentos'. Agora temos os hebreus montados, aparamentados, e todas as cenas envolvem dezenas de animais, a gravação é sempre mais complexa. Além disso tem a parte da computação gráfica que envolve as multiplicações de pessoas e planos gerais, que é sempre um enorme desafio", analisa.

Segundo o autor Renato Modesto, a queda das Muralhas marca o começo de uma nova fase na novela. "Ai é o próximo reino que os hebreus vão enfrentar, com novos vilões, como o rei Durgal, o governador Kamir e o general Yussuf, e muitas aventuras até chegar o momento de uma nova e desafiadora batalha", adianta o escritor.

 

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