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"Se vejo que tem abertura, brinco", diz Maju sobre Bonner e Renata no "JN"

Rogério Fidalgo/ Ag. News
Maju Coutinho no lançamento do seu livro "Entrando no Clima" em uma livraria do Rio de Janeiro Imagem: Rogério Fidalgo/ Ag. News

Marcela Ribeiro

Do UOL, no Rio

23/11/2016 15h48

Com ela não existe tempo ruim. Enquanto anuncia uma chuvica, temporal ou dia ensolarado em alguma região do Brasil, Maria Júlia Coutinho, a Maju, usa da leveza e bom humor para informar aos telespectadores sobre a previsão do tempo do país e não poupa nem os âncoras do "Jornal Nacional", William Bonner e Renata Vasconcellos, de suas brincadeiras. Há dois meses, por exemplo, ela deu o que falar nas redes sociais ao perguntar à Renata: "Setembro chove?", uma frase que se dita rápida parece uma pegadinha.

"Tinha feito uma reunião com os meteorologistas que a gente faz lá na Globo e surgiram essas brincadeiras, como a de 'setembro chove!', que se falar rápido fica esquisito. Aí a gente estava em setembro e resolvi brincar com isso, foi coisa boba e de repente ganhou uma dimensão que eu não imaginava", explicou ela ao UOL no lançamento do seu livro "Entrando no Clima", em uma livraria do Leblon, zona sul do Rio, nesta terça-feira (22).

"Não é nada combinado, procuro sentir o clima. Se eu vejo que eles estão mais na deles, mais fechados ou o jornal está muito tenso e eu entro no meio de um assunto muito complicado, nem faço nada. Se eu vejo que tem uma abertura, eu brinco. A única coisa combinada é o que eu vou falar na primeira parte da intervenção. Se eu vou falar sobre chuva e depois o tempo firme ou vice-versa", conta ela, que começou a apresentar a previsão do tempo de forma informal no "Bom dia Brasil" e "Bom Dia São Paulo".

"Acredito que é uma característica minha, que editorialmente eles gostaram e puxaram porque desde os jornais da manhã, eu tento fazer dessa maneira mais solta. Acho que foi isso", completa.

Papo rápido

  • Quando o tempo fecha para você?

    "Quando sou desrespeitada, quando vejo injustiça, preguiça"

  • O que te faz ficar nas nuvens?

    "O amor!"

  • Dia de sol é dia...

    "De passear de bicicleta"

  • Quem você queria mandar pro raio que o parta?

    "Não posso contar!"

Há um ano e sete meses no "Jornal Nacional", Maria Júlia ainda não conheceu William Bonner pessoalmente e diz que tem pouco contato com o editor-chefe e apresentador do telejornal, que comanda o programa do Rio de Janeiro, enquanto ela apresenta a previsão do tempo direto de São Paulo.

"Não conheço o Bonner até hoje. A Renata eu conheço porque a gente concorreu ao prêmio do Faustão que ela ganhou ano passado, aí eu a conheci porque a gente veio para ganhar o prêmio, super simpática. No começo, eu ainda falava mais por e-mail com eles, como fomos ajustando tudo, hoje já nem por e-mail falamos mais. É mais o editor que pega no meu texto, é meio no ar a nossa relação mesmo", conta.

Apesar de nunca ter visto Bonner, isso não impediu que Maju visse seu nome envolvido a uma tempestade de boatos e memes apontando que ela seria o pivô da separação dele e de Fátima Bernardes, o que incomodou a jornalista, casada há seis anos com o publicitário Agostinho Paulo Moura.

"Achei tão chato isso. Mas eu entendo que as pessoas gostam de achar um pivô, né? É impressionante isso. Eu lido com tranquilidade, calma, respiro e falo: 'vai passar'", responde ela com um sorriso tranquilo no rosto.

Aos 38 anos, Maju já não consegue mais sair nas ruas sem passar despercebida. No início, ela ficou um pouco assustada com a exposição, agora ela lida bem com o assédio e atende pacientemente cada pedido de selfie.

"É uma superexposição muito louca, é intenso, é uma dimensão muito maior e acho que estou lidando bem com isso tudo".

Marcela Ribeiro/UOL
Maju Coutinho com o marido Agostinho Paulo Moura Imagem: Marcela Ribeiro/UOL


"Seria legal ter um programa"

Por enquanto Maju continua no "Jornal Nacional", mas manifesta o desejo de comandar um programa focado em meteorologia.

"Seria legal ter um programa. Tenho vontade de viajar o país para conhecer os lugares que eu falo e talvez fazer uma previsão mais local. Tenho essa vontade, mas não é um projeto, é uma vontade.", conta.

No livro "Entrando no Clima", a jornalista explica de uma forma simples e esclarecedora fenômenos meteorológicos e espera atrair um público formado por jovens, curiosos, professores do Ensino Fundamental, além dos telespectadores do "JN". Com a ajuda de especialistas, Maju desvenda conceitos como atmosfera, pressão, geada e névoa e aborda as  principais características das estações do ano.
 

"Espero que eu tenha traduzido bem isso, tento usar uma linguagem simples, de uma maneira divertida como faço no 'JN'. Contei com a ajuda do Mauro Neutzling Lehn, que é um metrologista do aeroporto de Cumbica e me ajudou nesta tarefa, e vários professores da USP, especialistas de cada área que eu abordei, para tentar dar informações corretas, mas de uma maneira mais simples", explicou.

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