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Encontro de fãs, compras de R$ 25 mil: saiba o que rola no Bazar da Preta

Giselle de Almeida

Do UOL, no Rio

14/12/2016 07h00

É por uma boa causa. O argumento é quase uma unanimidade entre os frequentadores do Bazar da Preta, ação beneficente que teve sua sétima edição realizada no último domingo (11), num hotel na Zona Sul do Rio. E ninguém duvida das intenções dos clientes, cujas compras ajudam este ano quatro instituições diferentes, mas a verdade é que o evento é mais do que isso: ele ajuda também a promover o encontro entre fãs da cantora, que vem até de outras cidades para prestigiar a musa, mas também de gente que já entendeu que o desapego dos famosos pode virar uma economia nas compras de fim de ano.

É o caso da funcionária pública Lúcia Helena Pereira, 50, que diz gastar cerca de R$ 700 a cada edição. "O 13º já fica reservado para isso", brinca ela, que além de peças para o próprio armário, escolheu uma camisa doada por Tiago Abravanel para o filho. Este ano, ela foi acompanhada da irmã, a dona de casa Ana Cláudia Pereira, 46, e do cunhado, o pizzaiolo Roque Oliveira, 37. "Eu gosto de roupa assim, com brilho. Estou me sentindo em casa (risos). Toda vez que venho gasto mais do que o planejado, mas não levo só para mim. Levo para minha filha e as amigas dela", conta Ana, que garimpou peças de Gaby Amarantos e Fernanda Souza.

Marco Antonio Teixeira/UOL
A dona de casa Ana Cláudia Augusto Pereira posa entre as roupas do Bazar da Preta: ela conta que faz compras para ela e também escolhe presentes para a filha e as amigas Imagem: Marco Antonio Teixeira/UOL

Preta Gil trabalha no caixa e faz, em tempo real, a contabilidade. Ela conta com uma equipe de cerca de 30 voluntários, a maioria fãs de sua confiança, que já a acompanham há anos no evento. Uma das veteranas é a professora Renata Angeli, 36, que coleciona histórias. "Ano passado tinha uma mulher muito magrinha que gastou uns R$ 25 mil em vestidos que nem cabiam nela. A Preta perguntou se ela não queria ir em casa e experimentar, mas ela disse que não precisava e levou vários. Dizia que era bom ter no armário vestidos de marcas famosas", lembra ela, acrescentando que também há quem pague apenas o ingresso (R$ 20) para tirar fotos com a cantora.

Para quem procura produtos de grife, o bazar pode ser mesmo uma pechincha: entre as três mil peças à disposição este ano, os preços variavam entre R$ 5 e R$ 4 mil, sendo o objeto mais caro um anel doado por uma joalheria. A advogada Olga Marques, 53, conta que todo ano leva uma bolsa Chanel - este ano, não havia nenhuma à venda, e ela se contentou com uma Prada, além de óculos escuros, porta-documentos e outros acessórios. Sua amiga, a teóloga Maria Aparecida da Silva, 46, também acumulava uma pilha, mas de roupas. E comemorava ter encontrado o vestido perfeito para a sobrinha, Isabella, ir a um casamento. O look, que pertencia a Taís Araújo, saiu por R$ 150. "Não encontro por esse preço em outro lugar", conta ela, que completou o look com um par de brincos.

Marco Antonio Teixeira/UOL
O cozinheiro William Jacó, a professora Fabiana Santos e a analista contábil Michele de Souza se conheceram no Bazar da Preta Imagem: Marco Antonio Teixeira/UOL

Entre as peças masculinas, que incluíam doações de Mumuzinho, Fernando Torquatto e Hugo Gloss, a preferência parecia ser mesmo de Thiaguinho. E fã que é fã reconhece a roupa só de olhar. "Eu já o vi usando essa camiseta. Se você der um Google, vai achar foto", jura o cozinheiro William Jacó, 42, que prometia tirar onda entre os amigos nas redes sociais depois. Ali mesmo, o paulistano já fez amizade com as conterrâneas Fabiana Santos, 35, e Michele de Souza, 31, que vieram de São Paulo só para o evento e levaram para casa camisas herdadas de Preta. "Já falei que ano que vem elas podem ficar na minha casa", conta.

Acompanhada da amiga Nicole Knop, 32, a turismóloga Ive Mattar revela seu objetivo no bazar: garantir os biquínis do verão. "Há três anos faço isso. Descobri que eles recebem caixas fechadas e vendem pela metade do preço. Não tem tanta variedade de tamanhos, mas a gente leva a parte de cima P, a de baixo M. E vai se ajeitando", conta.

Para organizar o evento, Preta diz que começa a se mobilizar seis meses antes. "Eu esperava que fosse se tornar um hábito meu. Gosto de ver a energia circular, não tenho apego. E sempre quis influenciar as amigas. No primeiro ano, fiz só com roupas minhas, arrecadamos uns R$ 10 mil para uma creche em Salvador. Depois a gente foi se profissionalizando", diz ela, que não divulga a quantia deste ano. 

 

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