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Emissora cancela exibição de episódio que traz Fiennes como Michael Jackson

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O ator Joseph Fiennes como Michael Jackson na série de TV britânica Urban Myths Imagem: Reprodução

Do UOL, em São Paulo

13/01/2017 11h07

A emissora Sky decidiu cancelar a exibição de um episódio da série “Urban Myths” que traria Joseph Fiennes como Michael Jackson após reclamações feitas pela família do cantor.

Em um comunicado reproduzido pela revista Variety, a emissora justificou a decisão: “Nós decidimos não exibir ‘Elizabeth, Michael e Marlon’, um episódio de meia hora da série ‘Urban Myths’, à luz de preocupações expressadas pelos familiares de Michael Jackson. Nós pretendíamos trazer um olhar leve sobre eventos supostamente verdadeiros e nunca foi nossa intensão ofender. Joseph Fienes apoia totalmente a nossa decisão”.

O trailer do episódio também foi retirado do ar pela emissora. 

Na última terça-feira (11), após o trailer ser divulgado, a filha de Jackson, Paris, fez duras críticas à produção. “Estou completamente ofendida por isso, e tenho certeza que muitas pessoas também. Honestamente me dá vontade de vomitar", escreveu a jovem em sua conta do Twitter.

“Me enfurece ver como foi obviamente intencional para eles serem desrespeitosos, não só com meu pai, mas também com a minha madrinha Liz [Elizabeth Taylor]. Onde está o respeito? Eles trabalharam dando sangue, suor e lágrimas por eras para criar legados profundos e inesquecíveis. É um retrato vergonhoso”.

O sobrinho do cantor, Taj Jackson, também criticou a série. “Infelzimente, é com isso que minha família tem de lidar. Nenhuma palavra pode expressar tamanho desrespeito”. 

A série "Urban Myths", de episódios de 30 minutos, explora histórias reais envolvendo figuras conhecidas, "usando uma generosa dose de licença artística", informou a Sky Arts em comunicado.

A história sobre Michael Jackson mostra Fiennes em um conto reimaginado sobre uma viagem pelos Estados Unidos que o cantor supostamente fez em 2011 com os atores Marlon Brando e Elizabeth Taylor.

Michael, que teve vitiligo, uma doença que clareou o tom de sua pele, morreu em junho de 2009 aos 50 anos, após uma overdose do sedativo propofol.

O trailer também gerou críticas nas redes sociais sobre "whitewashing", termo usado para quando atores brancos são escalados para interpretar personagens de outras etnias.

*Com informações da agência Reuters

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